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Entenda para que serve o Bitcoin e por que ele é importante para o marketing de conteúdo!

Não, não vamos começar este artigo explicando o que é Bitcoin. Estamos num blog sobre Marketing de Conteúdo, não é mesmo?

Não, não vamos começar este artigo explicando o que é Bitcoin. Estamos num blog sobre Marketing de Conteúdo, não é mesmo?

Por isso, você pode ler este post normalmente, entender o contexto em que estes dois temas se cruzam ou clicar aqui e ir direto para uma explicação sobre o que é e como funciona o Bitcoin, para qualquer profissional ou entusiasta de marketing entender!

De qualquer forma, se você ainda não teve tempo para analisar direito o Bitcoin, a seguir você vai encontrar respostas simples, de uma forma que os noticiários e blogs convencionais não vão te contar.

Confira um pouco do que vem por aí:

 

Curiosamente, eu sou um profissional de marketing e também de Bitcoin! Utilizo a moeda digital há cerca de quatro anos, organizei meu primeiro evento sobre o assunto em 2014 e me profissionalizei em 2016.

Nesse ano, trabalhei em três diferentes projetos:

  • Realizei sete palestras sobre Bitcoin em empresas, universidades e conferências;
  • Contribuí para a criação de mais de 50 blog posts sobre o assunto;
  • E, finalmente, me certifiquei profissionalmente pelo CryptoCurrency Consortium, uma entidade global criada por empreendedores, acadêmicos e desenvolvedores.

Durante esse tempo, também passei a estudar Marketing de Conteúdo e me tornei analista de marketing na Rock Content. Por isso, prepare-se para uma explicação sem cálculos e com números bastante simples.

Vamos lá?

O que é dinheiro e moeda (e porque você precisa saber isso)

Você vai encontrar definições diversas nos manuais de economia ou na imprensa. No entanto, o nosso foco neste momento é mostrar como as ferramentas digitais por trás do dinheiro mexem com o comportamento das pessoas.

Em geral, para ser considerado moeda, um bem precisa possuir três características:

  • Reserva de valor: deve haver um consenso que esse bem material ou imaterial pode ser utilizado possui valor;
  • Meio de troca: igualmente, deve haver um consenso que as pessoas podem aceitar esse bem em troca de mercadorias e serviços;
  • Unidade comum de conta: por fim, esse objeto (físico ou virtual) precisa ser divisível para que as pessoas estabeleçam preços com base nessa unidade.

Entretanto, com o tempo as pessoas têm percebido que esses conceitos se tornaram apenas referências, perdendo o caráter de regra.

Hoje, temos tantas formas de realizar trocas que centenas de coisas diferentes podem ter características de moeda, mas muitas delas não têm utilidade alguma na sociedade.

Os antigos romanos, por exemplo, utilizaram o sal como dinheiro por um período; os aborígenes da longínqua ilha Yap utilizavam pedras gigantes, e nós utilizamos dinheiro de papel e transferências bancárias.

Definindo o valor do dinheiro

Portanto, se há tantas formas de entender o que é dinheiro, dá para perceber o que há uma subjetividade por trás desse valor.

Afinal, em nossa sociedade, uma grande pedra ou um punhado de sal não possuiriam valor nenhum na condição de moeda. Variáveis culturais, psicológicas e políticas também são consideradas nesse processo de aceitação geral sobre o que é ou não dinheiro.

Segundo o economista Carl Menger, o valor de tudo é subjetivo sob uma equação simples, determinada entre a escassez e a utilidade de um bem.

Descomplicando: um bem é mais valioso à medida que se torna mais raro ou mais útil para determinado fim.

Logo, para considerarmos algo como dinheiro, essa coisa não pode ser um bem totalmente escasso, mas também não pode ser totalmente abundante.

Por exemplo, não poderíamos utilizar o diamante como moeda, pois ele é muito difícil de ser encontrado, extraído e distribuído entre as pessoas; também não poderíamos utilizar a areia, pois ela é tão abundante que seria impossível controlar o fluxo de moeda.

Essa é a razão pela qual o ouro foi uma reserva importante em várias sociedades: é um material facilmente manipulável e possui uma abundância razoável na natureza.

Portanto, a partir daqui vamos trabalhar com a ideia de que, para algo ter valor como dinheiro, basta isso ser amplamente aceito na sociedade e haver pessoas trabalhando nisso.

Quais problemas tínhamos antes do Bitcoin?

Já falamos sobre a história do dinheiro até agora, passando pela antiguidade, pela modernidade e pelos tempos contemporâneos.

Problemas relativos às políticas monetárias têm sido debatidos há séculos e, muitos deles ainda são bastante comuns.

Entretanto, o surgimento da tecnologia do dinheiro digital tornou os problemas a seguir ao menos resolvíveis por pessoas comuns, algo que todo o mundo já demonstra sinais de descoberta:

Gasto duplo

Há mais ou menos um século as nações passaram, em massa, a criar seus próprios bancos centrais. Você sabe o que é um banco central? É a autoridade reguladora do mercado de moedas em um país.

Muitos afirmam que centralizar o sistema bancário foi uma solução viável no passado, mas, com o tempo, esse controle centralizado tem se revelado cada vez mais complicado e sensível a criar distorções no mercado.

Uma destas distorções é o gasto duplo. Gasto duplo significa manipular os registros eletrônicos bancários, com o fim de criar dinheiro “do nada”.

Ou seja, por meio de fraudes e erros computacionais, é possível falsear transações bancárias de maneira que uma mesma transação — por exemplo, um pagamento comum —, seja computada duas vezes, beneficiando alguém ilicitamente com isso.

Reservas fracionárias

O uso de reservas fracionárias divide a opinião de muitos economistas. Para alguns, este método é uma solução inevitável, outros acreditam que isso seja a raiz de diversos outros problemas.

Mas o que são essas reservas? De maneira simplificada, significa que uma autoridade central pode autorizar bancos comerciais a re-emprestar o dinheiro dos seus clientes.

Portanto, suponha que você mantém $100 em um banco, mas nunca realiza saques maiores do que $10. Quando a instituição percebe esse fato, ela manipula os outros $90 ociosos em sua conta em benefício próprio.

Mas como isso é feito? Da seguinte forma: quando você não está utilizando o seu dinheiro, o banco empresta esses $90 para outros correntistas e também para outros bancos.

Então, na verdade, muito dinheiro que entra em circulação não é fruto de geração de riqueza e sim de manipulação de fundos dos poupadores e correntistas.

Esse fenômeno é chamado de criação de moeda escritural e funciona mais ou menos como uma pirâmide financeira (sim, o sistema mundial funciona dessa forma e nunca te contaram!).

Apesar de tudo, existem mecanismos de controle, e esse tema levanta bastante polêmica. Cada país tem regras próprias para suas reservas fracionárias.

No caso brasileiro, a legislação realiza esse controle através dos depósitos compulsórios, uma fração que legalmente não pode ser manipulada pelos bancos.

O que é o Bitcoin, como ele funciona e como ele resolve problemas

Chegamos ao ponto principal deste texto. Já sabemos como funciona o dinheiro, também sabemos quais problemas os sistemas monetários atuais têm enfrentado. Agora, que tal falarmos sobre soluções? 🙂

Vale lembrar que os problemas citados não são recentes, mas são extremamente complexos. Para se ter ideia, os antigos gregos já debatiam a existência da inflação!

Por isso, somente com a popularização da internet as primeiras soluções definitivas estão surgindo.

Paralelamente, os especialistas já buscavam soluções digitais para o uso do dinheiro desde os primórdios da web.

Em 1998 um criptógrafo chinês chamado Wei Dai publicou o primeiro projeto de um sistema de dinheiro descentralizado totalmente computacional chamado b-money.

Posteriormente, um também criptógrafo chamado Nick Szabo publicou um artigo com a ideia de um sistema chamado bitgold, com propostas e ideias que claramente influenciaram a arquitetura do Bitcoin.

Até que, em 2009, foi publicado por Satoshi Nakamoto um whitepaper com o código do Bitcoin. Rapidamente algumas pessoas da comunidade se interessaram e passaram a incentivar o desenvolvimento do projeto.

Desde então, o Bitcoin é um sistema que funciona organicamente, de maneira descentralizada, por todo o mundo.

Não há uma empresa, governo ou entidade responsável pelo seu funcionamento, qualquer pessoa independentemente de nação, credo ou etnia tem acesso livre para comprar, vender, minerar bitcoins ou mesmo propor mudanças ao sistema.

O que é Bitcoin

O Bitcoin é um sistema ponto a ponto (P2P ou peer-to-peer) de dinheiro eletrônico. Então, vamos recapitular alguns fatos:

Para transferir dinheiro de uma pessoa para outra, uma transação bancária comum precisa ser processada pelos computadores de um banco e até mesmo do Banco Central.

Ou seja, quando a pessoa A transfere dinheiro para a pessoa C, existe um intermediário B — o banco —, que processa e registra essa troca.

Quando a pessoa A deposita dinheiro na própria conta, o agente B também é responsável por guardar, processar e registrar esse depósito.

No caso do Bitcoin, essa troca envolve apenas duas partes, um remetente e um recebedor, que assinam uma transação. Após a assinatura, tudo isso é codificado e enviado para um grande registro público de todas as transações: a Blockchain.

O sistema também permite que pessoas comuns forneçam poder processamento de dados à rede utilizando computadores chamados mineradores de dados. Não existe computador central, o sistema é distribuído dessa forma.

Esse processo parece muito simples, não? Aparentemente, tão simples que pode não fazer diferença alguma.

De fato, não haveria a necessidade de existir o Bitcoin se, em transações bancárias, não houvessem erros de registro, fraudes, cobranças indevidas etc.

Em âmbito particular, muita gente se preocupa com a própria privacidade bancária, espionagem e cobranças injustas. Afinal, historicamente, as decisões das instituições podem falhar, gerando imprevisibilidade no mercado, inflação e até quebra-quebra.

Logo, essas são razões pelas quais as pessoas estão adotando o Bitcoin, que investigaremos em detalhes a seguir:

Como ele resolve problemas

Lembra-se do problema do gasto duplo citado acima? Com bilhões, talvez trilhões de transações diárias acontecendo na Terra, muitas fraudes, roubos e erros podem ocorrer através do gasto duplo todos os dias.

No caso do Bitcoin, o envio de dinheiro de um ponto a outro não passa por um terceiro agente. As transações, tanto de recebimento quanto de envio de dinheiro, são armazenadas no próprio computador dos envolvidos através de um software de carteira.

Dessa forma, também não existe o risco de seu dinheiro ser manipulado por alguém enquanto você não o está utilizando. Afinal, tudo fica sob sua custódia, dentro do HD do seu computador!

Além disso, em vários países, incluindo o Brasil, o valor do dinheiro em circulação tende a diminuir, fruto de falhas do sistema e das pessoas.

Finalmente, utilizando moedas digitais como os bitcoins, a taxa de emissão de novas moedas é programada e altamente previsível, eliminando consideravelmente os riscos de inflação.

Ou seja, todo o mercado já estima com precisão a taxa com que mais bitcoins entrarão em circulação até 2140! Logo, com esse mecanismo você nunca será pego de surpresa ao fazer compras e ver que o seu dinheiro não anda valendo muito.

O que é Blockchain

Chegou o momento de falar sobre o arcabouço técnico do Bitcoin: a Blockchain. Blockchain é um registro de todas as transações bitcoin da história.

Esse grande registro público de todas as transações, atualizado constantemente, é de livre acesso. Quer vê-la em funcionamento? Basta acessar este link!

Já mencionamos que você pode guardar seus bitcoins em um software de carteira, mas e para transferir? Como é feito esse trabalho?

Na Blockchain, todos os registros da história ficam armazenados publicamente, mas tudo criptografado. Assim, você só pode conhecer os detalhes das transações que você participa.

Em resumo, toda vez que alguém transfere fundos de uma carteira para outra, as duas partes assinam essa transação através de um endereço bitcoin. Esses dados são codificados e guardados em uma blockchain. Somente quando a Blockchain computa esses registros é que essa transação é confirmada.

Na ótica de quem gasta ou recebe, esse processo se assemelha ao de um banco, é verdade. Mas no caso da moeda digital, o sistema por trás é descentralizado.

Os mineradores da rede

Como já mencionamos, bancos são registros centralizados e blockchains são registros públicos descentralizados.

Bancos, em geral, têm grandes centros computacionais para processar todas as transações do dia. Em uma rede descentralizada, como a do Bitcoin, qualquer pessoa do mundo pode adquirir computadores para fornecer poder de processamento para a rede.

Basicamente, você adquire um computador minerador e o conecta à rede. Esse computador passa todo o tempo calculando e registrando as transações das pessoas. Claro, em troca de uma remuneração em bitcoins.

Essa arquitetura descentralizada também é um bom mecanismo de defesa, pois a rede não será afetada se houver algum bloqueio local.

Além da remuneração pelas transações, os mineradores também recebem para processar a emissão de novos bitcoins, seguindo a lógica da emissão programada citada no início do artigo.

Assim, todo o planeta está populado por mineradores que dão suporte para o funcionamento do sistema! Você também pode ser um, embora as tarifas de energia brasileiras não sejam muito convidativas.

Hoje, há empreendimentos que formam verdadeiros conglomerados de processadores de dados, chamados pools de mineração.

Pools são mineradores que somam forças para, depois, distribuírem os ganhos entre seus componentes.

Vantagens de usar o Bitcoin

Bitcoins têm múltiplas funcionalidades, não são somente para comprar produtos! Não acredita? Além de livrar o usuário de problemas relevantes, como o mau uso das reservas fracionárias, o risco de gasto duplo e de inflação, ele tem sido muito procurado por investidores.

Melhor investimento do mundo

Por dois anos seguidos, 2015 e 2016, o Bitcoin foi considerado o melhor investimento do ano em todo o mundo.

Com valorização de 92% e 120%, respectivamente, entre os períodos de janeiro e dezembro de cada ano, esses índices parecem não ter expectativa de diminuir agora.

De fato, os números do Bitcoin como ativo de investimento são de dar inveja a qualquer investimento bancário, imóveis ou bolsa de valores, embora seja de maior risco.

Proteção contra crises

O BTC tem ganhado destaque não somente pela valorização, mas também pelo fato de diversas crises estarem acontecendo em centros financeiros importantes do mundo, como Europa, Índia e Japão.

Hoje, utilizar bitcoins em substituição às moedas nacionais se tornou uma medida segura para muitos cidadãos.

Em países com governos ditatoriais e intenso controle de capitais, como Zimbábue e Venezuela, as criptomoedas se tornaram verdadeiros escudos contra a pobreza.

Aqui mesmo, no Brasil, também já sofremos no passado com um repentino confisco de poupança, não é mesmo? Bitcoiners estariam protegidos nessa situação.

Remessas internacionais

A distância física entre os bancos, bem como as taxas cobradas, sempre foram um empecilho ao envio e ao recebimento de dinheiro entre países.

Sabemos que transferir dinheiro a grandes distâncias pode ser muito caro. Utilizando bitcoins, esse processo pode ser feito de forma imediata a um custo na escala de centavos.

O que Bitcoin e Marketing de Conteúdo têm a ver?

Por fim, chegamos à parte que relacionamos toda essa parafernália tecnológica com o nosso querido marketing de todos os dias!

Nós, profissionais e entusiastas do ramo do marketing digital, já podemos utilizar vários serviços e ideias baseados em Bitcoin e Blockchain. Duvida? Confira a seguir:

Proteção do seu conteúdo

Criptomoedas, como o Bitcoin, podem ser divididas em muitas partes. Por ser tudo digital, você pode fracionar valores em até oito casas depois da vírgula!

Exatamente. Você pode transferir até 0,00000001 BTC para alguém, se quiser. Atualmente, isso é igual a um valor absolutamente irrisório, muito abaixo de um centavo!

Então, se o seu blog anda sendo visitado por robôs que tentam enviar propagandas ou atrapalhar o tráfego do seu site, agora você pode se proteger.

Integrando o seu conteúdo a uma carteira bitcoin, você pode cobrar quantias muito pequenas para seu site ser acessado. Seus leitores não vão se importar em pagar valores abaixo de um centavo para ler um material do seu blog.

Já um hacker, que programa robôs para realizarem milhares de visitas sucessivas ao seu domínio, não vai gostar muito de pagar essa conta.

Propriedade intelectual

Hoje, além de transações, também é possível armazenar registros na Blockchain. Essa tecnologia tem sido aprimorada desde o surgimento do bitcoin para ser uma forma segura, privativa e barata de armazenar dados.

Inclusive, é possível gerar contratos de forma eletrônica, que interagem com a Blockchain. Assim, o seu regime de pagamentos é todo realizado automaticamente na rede, dificultando as fraudes e o não cumprimento dos mesmo. São os chamados smart contracts ou contratos inteligentes.

Atualmente, smart contracts vêm para substituir os mecanismos tradicionais de autenticação e registro que temos hoje, como os cartórios.

Portanto, para se proteger de roubo de propriedade intelectual (alô, designers e copywriters!), basta encontrar um serviço que faça registro e autenticação em blockchain, verificar se a legislação vigente é compatível e proteger a sua produção a custos baixos, sem sair de casa!

Há, inclusive, iniciativas nacionais nessa área. Um deles, testado e aprovado por todo o nosso ecossistema é o OriginalMy, um serviço de autenticação e registro na Blockchain do Bitcoin.

Blogs autônomos

Hoje, blogs colaborativos podem funcionar automaticamente usando moedas digitais. Não imagina como? Pense que você pode integrar a carteira bitcoin dos redatores e leitores com o seu site ou blog.

Sendo assim, escritores podem enviar artigos para blogs autônomos e serem remunerados através do acesso dos leitores ou através de doações.

Além de automatizar a sua produção de conteúdo, o próprio mercado filtrará os conteúdos remunerando os melhores posts.

E, caso seja você o dono do blog, poderá gastar menos tempo e esforços na escolha e na produção dos seus artigos!

Um exemplo interessantíssimo é o blog da Backfeed, que funciona autonomamente utilizando este método. Quem sabe você não é o próximo a praticar essa iniciativa?

Pagamento de produtores de conteúdo

Hoje, profissionais freelancers estão distribuídos em todo o mundo, incluindo os produtores de conteúdo. Sobretudo no mundo do marketing, muitas tarefas podem ser feitas através da internet, incrementando a oferta e a demanda por trabalho à distância.

Entretanto, os custos, riscos e dificuldades em pagamentos e recebimentos entre pessoas muito distantes sempre foi um empecilho nessa área.

Assim, mecanismos que geram boletos bancários, que facilitam o pagamento ou o recebimento por trabalhos de freelance utilizando bitcoins são cada vez mais procurados.

Agora, profissionais de todo mundo podem acirrar a competição, pois utilizando criptomoedas a transferência de dinheiro passa a ser muito mais rápida e barata!

Quer conhecer um sistema como esse, já em funcionamento no Brasil? Navegue pelo Bitwage!

Onde comprar e vender seus bitcoins

Hoje, o Brasil é o maior mercado bitcoins da América Latina. Atualmente, temos cerca de 7 serviços de exchange onde você pode comprar e vender seus bitcoins usando reais, conheça algumas delas:

Quando for gastar, se lembre de consultar o Biscoint.io, um serviço que indica as melhores ofertas de compra e venda em cada exchange brasileira.

Além disso, há traders — agentes de câmbio individuais —, que podem realizar essa troca utilizando plataformas específicas ou redes sociais! Você pode encontrá-los em:

Incrível, não? A tecnologia do Bitcoin chegou para revolucionar muitos mercados. Muito além de um simples meio de pagamento, essa inovação chegou para mudar paradigmas até mesmo das empresas de marketing!

Curtiu? Ficou com dúvidas ou quer saber mais curiosidades? Saber como investir? Pergunte agora mesmo nos comentários e vamos agitar essa discussão!