Como saber se seu site está otimizado para dispositivos móveis

Como saber se seu site está otimizado para dispositivos móveis

Não é de hoje que ouvimos falar em sites responsivos, amigáveis, de fácil navegabilidade em plataformas mobile. Com o crescimento do número de usuários que acessam à internet através dos seus smartphones, celulares e tablets é fundamental que as páginas virtuais sejam desenvolvidas de forma com que qualquer um possa navegá-las. O que antes era uma tendência, hoje é uma realidade que merece atenção dos desenvolvedores.

É importante ressaltar na hora de construir um site ou definir uma estratégia que atualmente a maioria dos usuários acessa as páginas através de 2 dispositivos ou até mais. É visível a quantidade de tempo que nós brasileiros passamos conectados através de telas diferentes. No trabalho usamos nossos desktops, e na maior parte do tempo estamos sempre com os nossos smartphones e tablets nas mãos.

Neste artigo abordaremos o que mudou em relação ao seu site nos motores de busca do Google e o que pode ser feito para que sua marca não desapareça com a nova realidade.

Seus clientes já utilizam gadgets móveis para compras

Segundo uma pesquisa da IPSOS/Google, 27% dos usuários já utilizam o smartphone para comprar artigos em sites de e-commerce, ou colocam o que desejam no carrinho para finalizar posteriormente em outro dispositivo. Normalmente esse processo não acontece de maneira simultânea, e é uma decisão que vai sendo tomada aos poucos passando por dispositivos diferentes.

Mudanças

Desde o dia 21 de abril, (chamado pela comunidade de “Mobilegeddon”) a Google realizou alterações significativas em seu modo de rankeamento de sites. A partir dessa data, as páginas que não disponibilizarem uma navegação amigável para dispositivos móveis ficará bastante escondida nas buscas. Não é a primeira vez que a empresa fez este tipo de alteração. Anteriormente, mesmo se a empresa tivesse feito um bom trabalho de SEO e outros tipos de otimização, caso oferecesse conteúdo considerado como alguma forma de pirataria, a Google fazia o trabalho de retirar estes sites das primeiras posições no intuito de proteger a propriedade intelectual dos desenvolvedores.

Estas mudanças do dia 21 de abril visam seguir as tendências de navegação em multitelas, tão presentes em nossa realidade. Mas falaremos mais dos motivos destas alterações mais adiante. O que há de ser levado em consideração no momento é que empresas que têm uma forte participação no mercado virtual e não fizerem esta adequação de forma urgente terão um grande prejuízo. E os empreendimentos menores que não ficarem atentos aos novos acontecimentos podem até desaparecer do mapa.

Com os avanços das tecnologias, estamos vivendo um momento extremamente estratégico para o marketing digital.

Que tal utilizar o teste de compatibilidade do Google para saber se seu site está desenvolvido em um formato amigável para as plataformas móveis? Basta clicar aqui e conferir!

Como sei que meu site está adequado a esta nova tendência?

Existem várias formas de se fazer isso através de testes, pesquisas etc., mas a Google passou a disponibilizar uma ferramenta que facilita a vida de quem trabalha com sites para serem visualizados em multitelas.

O link que disponibilizamos no tópico anterior é o do teste de compatibilidade, uma simulação de como o Robô do Google vê o seu site, e ainda te oferece algumas dicas de como isso pode ser melhorado, tornando-o mais acessível para dispositivos móveis.

Existe também a opção do Google Webmaster Tools, caso possua acesso. Acessando a guia “Tráfego de Pesquisa e Facilidade de Uso em Dispositivos Móveis”, ele te fornece um relatório rápido do que pode ser melhorado em seu site nesse sentido.

Qual é o objetivo do Google com isso?

Como dito, em primeiro lugar o principal motivo é proporcionar uma experiência melhor aos usuários de aparelhos móveis. Existem as pessoas que fazem a navegação multitelas, como citado em exemplos anteriormente, mas também há aquela parcela de usuários que após adquirirem um smartphone ou tablet, dificilmente voltaram a ligar seus desktops ou laptops. Mas fato é que o Google não faria isso gratuitamente.

A principal justificativa para a alteração é oferecer ao usuário o que ele realmente precisa. Ou seja, se ele está fazendo buscas através de um dispositivo móvel, vai receber sugestões para dispositivos móveis. E isso inclui, é claro, os aplicativos disponibilizados pelo Google Play que se enquadrariam perfeitamente como sugestão em uma busca realizada por um tablet ou smartphone. Os usuários estão consumindo cada vez mais conteúdo de portais como Amazon com os seus e-books, músicas e vídeos do iTunes Store, e assim por diante. E o que parece é que o Google também deseja se rentabilizar ainda mais, abocanhando uma fatia maior deste mercado que continua em crescimento.

Razões comuns para que um site não tenha a compatibilidade ideal com dispositivos móveis

Conteúdo mais amplo que a tela, o que obriga ao usuário a ter que arrastar para o lado o conteúdo que está visualizando para ter acesso integral à imagem ou texto que deseja ver.

Textos muito pequenos que necessitam que o visitante tenha que dar um zoom na tela para conseguir ler algo.

Sites com os links muito próximos entre si. O ideal é que os botões e o direcionamentos dos menus tenham um distanciamento e um tamanho que seja fácil de acessá-los com os dedos, sem o inconveniente de tocar em dois de uma vez sem querer, ou acessar um link indesejado.

O que deve ser pensada é a posição em que o usuário acessa as informações diante de cada plataforma. Nos smartphones, por exemplo, muitos de nós utilizamos os polegares para navegar e digitar textos, o que exige ainda mais cuidado com o layout nesse aspecto.

Sob uma ótica mais técnica, o ideal é trabalhar com um design responsivo. Isso evita que vários sites para diferentes plataformas necessitem de serem criados, o que muitas vezes acarreta em erros, pois nem sempre o formato mobile poderá estar habilitado por um motivo ou por outro, o que dificulta a experiência de quem está navegando. E a principal razão: as páginas com o layout responsivo têm sido muito mais aceitas nos testes proporcionados pelo Google.

Conclusão

Toda mudança implica em dúvidas e inclusive algumas insatisfações. Mas, independente dos motivos, novas tendências devem ser acompanhadas com a finalidade de não se perder espaço e nem dinheiro. No caso específico do “Mobilegeddon”, as consequências para quem não seguir os novos requisitos tendem a ser gravíssimas, haja visto que o Google é o maior motor de buscas do mundo e continuará sendo por um bom tempo, e que desde seu primo de 10 anos, até a sua tia de 70 estão com seus gadgets nas mãos na maior parte do tempo. Precisa de mais motivos?

Esperamos que este artigo tenha lhe sido útil. Compartilhe conosco as suas opiniões e dúvidas nos comentários! Até a próxima!

 
Autor(a)

Escrito por: Redator Rock Content Este artigo foi produzido por um dos mais de 5000 redatores da base da Rock Content. Quer conteúdo legal assim no seu blog? Fale com um consultor!



    Deixe um comentário

    Certificações em Marketing Digital - Universidade Rock Content
    Vagas em Marketing e Vendas - Rock Jobs
    Ebook Inbound Marketing - O Guia Definitivo

    A Rock Content é líder em marketing de conteúdo no Brasil. Ajudamos centenas de empresas a atingirem seus objetivos de marketing. Queremos ajudar você também!