desenho conceitual de email marketing

Os 17 maiores erros na criação de newsletters

Só a título de conhecimento – que nunca é demais – quero que você já comece lendo esse post sabendo de uma informação extremamente relevante para o seu negócio: você sabia que as mensagens enviadas através de e-mail geram 1,350% mais tráfego do que as mídias sociais?

Pois é, atingir uma meta como essa, sem dúvida, é o sonho de muitas empresas, uma vez que mostra exatamente o poder absoluto que elas podem ter ao entrar na caixa de entrada de seus clientes e potenciais clientes.

Mas não fique tão animado: como quase tudo na vida, atingir essa meta pode ser um desafio difícil e depende de inúmeras variáveis e contratempos que podem surgir ao longo do caminho.

Existem várias armadilhas que podem atrasar ou complicar o processo de gestão na hora de criar uma newsletter para sua empresa. Mas a boa notícia é que praticamente cada um desses erros podem ser evitados, se você souber interpretar o contexto e investir em uma estratégia de qualidade.

Que tal descobrir agora mesmo quais são os 20 erros na criação de newsletters mais comuns que os profissionais de marketing cometem?

Fique ligado no post de hoje e não cometa nenhum deles na hora de traçar o planejamento da sua empresa.

1 – Produzir conteúdo em excesso

Pense que as pessoas são extremamente ocupadas e não têm tempo suficiente para ler informações desnecessárias na sua newsletter.

O que elas querem é um conteúdo curto e de valor, direto ao ponto.

Sendo assim, enviar uma newsletter com 3000 palavras e inúmeros links em seu texto definitivamente não vai funcionar. Na verdade, grande parte dos usuários até chegarão ao ponto de abrir seu e-mail, mas o fecharão de imediato, sem ler nada.

E podemos dizer mais; se ele começar a ler, provavelmente nunca chegará ao final da sua newsletter. E, na pior das hipóteses, até mesmo vão cancelar a assinatura.

Garanto que você não quer isso, não é mesmo?

2 – Produzir conteúdos sem qualidade e relevância

Sim, muito conteúdo pode ser uma estratégia ruim, mas pior ainda será se sua empresa produzir pouco conteúdo de baixa qualidade.

Certifique-se de que todo o conteúdo da sua newsletter forneça notícias e informações de valor aos seus assinantes e não apenas propagandas de produtos e serviços. Procure pesquisar e levantar assuntos que realmente os interesse e disponibilize isso de uma forma criativa e bem bolada, sem nenhum tipo de informação estranha ou desinteressante.

3 – Textos, textos e mais textos

Ninguém gosta de ler um bloco gigante de texto, principalmente se for na tela de um smartphone ou qualquer outro dispositivo móvel.

Evite ao máximo escrever parágrafos de 500 palavras ou com muito texto na sua newsletter. Em vez disso, certifique-se que cada conteúdo possui de 3 a 4 linhas de texto, formando uma única frase impactante para seus assinantes.

Essa prévia do conteúdo funciona exatamente para instigar o leitor a clicar no link para o site/blog da empresa e deve ser muito bem escrito e conciso. Aposte nessa ideia e desperte curiosidade em todos os usuários da sua lista de contatos.

Garanto que todas essas características deixarão sua newsletter bem mais chamativa, interessante e nem um pouco cansativa.

4 – Não criar uma boa periodicidade para a newsletter

Às vezes o próprio conteúdo da sua newsletter pode atrapalhar a maneira com que sua empresa conduz as coisas.

Talvez você opte por anunciá-la no site ou blog da empresa, por exemplo. Certifique-se de que a sua newsletter seja enviada na frequência certa para que ela faça sentido, podendo assim incluir notícias de última hora e que também sejam importantes para seus assinantes.

Esse assunto nos leva para a próximo erro, que é:

5 – Enviar newsletters mensais

Uma newsletter mensal até pode ter feito sentido nos dias em que boletins em papel eram enviados para uma lista de assinantes, mas isso já é ultrapassado. Afinal, o processo de impressão e postagem andavam de mãos dadas e as pessoas estavam mais acostumadas com frequências mensais.

Mas com o e-mail a estratégia muda um pouco, pois os custos não são os mesmos e as pessoas estão acostumadas a receber e-mails com uma frequência um pouco maior.

A menos que haja uma boa razão para que sua empresa envie uma newsletter mensal, é preferível que esse envio ocorra ao menos uma vez por semana, com o uso de conteúdos muito bem trabalhados, informativos e relevantes.

6 – Desenvolver um design pobre e pouco chamativo

Não há nada pior do que um design mal feito.

Ok, talvez outras coisas poderiam ser piores, mas quando se trata de e-mail marketing, nada pode ser pior.

A verdade é que é melhor enviar uma newsletter com formatação básica e legível do que um e-mail com um HTML extremamente mal feito e que farão os olhos dos seus assinantes doerem na hora de abrir a página.

Evite utilizar cores muito brilhantes ou manter o design simples demais. Além disso, planeje bem a estratégia de conteúdo e escreva bons textos no corpo do e-mail. Esses é um ponto fundamenteal do corpo da sua newsletter.

7 – Ignorar seus leitores

Nunca deixe de avaliar aquilo que seus leitores realmente querem receber da sua empresa.

Faça pesquisas e avalie onde os clientes mais clicam e também coloque no topo da newsletter algum tipo de mensagem de boas vindas, chamando seus leitores para conferir conteúdos e informações interessantes no corpo do seu e-mail. Sua newsletter deve ser enxergada como um boletim informativo que traz informações relevantes sobre produtos, serviços e várias dicas. Evite ao máximo a publicidade desenfreada.

8 – Enviar newsletters sem a permissão dos clientes

Não existe coisa mais desagradável do que receber boletins ou e-mail de empresas que você nem sequer se cadastrou ou assinou. Antes de sair enviando e-mails para inúmeras pessoas, certifique-se de que elas te deram permissão para isso.

É a partir daí que você poderá criar uma estratégia de conteúdo para que esses clientes recebam qualquer tipo de material que sua empresa produzir.

9 – Escrever artigos com mais de 500 palavras

Se a estratégia de marketing para a sua newsletter inclui escrever artigos, certifique-se de que eles não excedam o limite, que é de no mínimo 250 e no máximo 500 palavras. Uma estratégia ainda melhor é incluir apenas trechos desse artigo no corpo da newsletter e algum link que redirecione o assinante para o conteúdo completo no site ou blog da empresa.

Isso ajudará a aumentar a taxa de cliques. Além disso, o correto é incluir links para outros conteúdos no próprio corpo da newsletter, facilitando a leitura.

10 – Segmentar sua base de contatos da forma errada

Enviar a mesma newsletter para todos os assinantes certamente não é uma boa estratégia, pois eles simplesmente não estarão interessados nos mesmos assuntos, a não ser que o seu mercado seja um nicho muito, mas muito específico.

A ideia é realizar uma pesquisa/estudo demográfico e agrupar assinantes com interesses parecidos e só a partir daí criar uma newsletter diferenciada para cada tipo de público. Afinal, se você entrega o mesmo conteúdo para todos, logo a taxa de clique não será muito sugestiva e seus assinantes poderão até mesmo cancelar a assinatura da sua newsletter.

Procure fazer algo diferente, abordando assuntos e dicas diferenciadas para cada um dos grupos que você conseguir identificar.

11 – Falta de interatividade na newsletter

É claro que sua newsletter precisa conter links para outros conteúdos ou ofertas em seu site.

Mas, além disso, você precisa encontrar uma maneira simples e eficaz de fazer com que ela seja interativa. Isso significa dar aos leitores a capacidade e o livre arbítrio de compartilhar seu e-mail com outras pessoas (através do próprio e-mail ou em mídias sociais).

12 – Não pensar em quem utiliza dispositivos móveis

Atualmente milhares de pessoas checam seus e-mails através de smartphones e tablets. Isso significa que – em hipótese alguma – você pode esquecer desses usuários. Certifique-se de que sua newsletter apareça completa e otimizada para esses dispositivos, caso não queira alienar boa parte dos seus seguidores com uma página cheia de erros.

É preciso otimizar cada um dos processos dos elementos da sua newsletter para esses dispositivos, desde smartphones mais antigos e BlackBerries, trilhando seu caminho até iPhones e iPads.

Além disso, é importante pensar que a banda larga para dispositivos móveis é cara e limitada. Se as imagens da sua newsletter forem grandes demais, isso aumentará o consumo de banda ou pacote de dados desses dispositivos. Logo, isso significa que quem abrir seu e-mail através desses dispositivos simplesmente pode não conseguir carregar todas as imagens, perdendo assim alguns dos seus conteúdos.

13 – Utilizar um Call-To-Action desmotivador

Cada e-mail que você envia deve possuir um Call-To-Action que convide seus assinantes a clicarem em alguma oferta de conteúdos ou produtos. Para a newsletter isso não é diferente, embora muitas empresas simplesmente não saibam disso ou apenas ignoram.

Certifique-se de que sua equipe desenvolva uma estratégia bem eficiente com relação aos Call-To-Actions, deixando-os bem claros em meio ao conteúdo. É fundamental que exista um CTA padrão e outras variações que estarão ao longo do texto.

14 – Vender, vender e vender

Não empurre propagandas para seus assinantes. Tudo tem seu tempo.

As pessoas assinam newsletters porque elas têm interesse em receber informações relevantes e importantes e não porque você deseja vender alguma coisa para elas.

Em vez disso, ofereça conteúdo de valor e uma linguagem clara e concisa, que não seja agressiva. Pense na conversa que você pode desenvolver com seu público, não na conversão.

15 – Enviar anexos nos e-mails

É surpreendente o número de e-mails que chegam com anexos na caixa de entrada de muitas pessoas. Em geral, praticamente ninguém abre esses anexos. As pessoas não querem perder tempo com anexos de empresas que elas nem mesmo pediram, seja por falta de interesse ou até mesmo por medo de infectar o computador ou o dispositivo móvel com possíveis vírus.

Em vez de sair anexando, coloque links no corpo do e-mail. Assim você resolve o problema mais fácil e não irrita seus assinantes.

16 – Ignorar erros e cometê-los com frequência

Caso você cometa um erro, procure pensar na melhor forma de resolvê-lo. Procure transformar esses erros em oportunidades de iniciar uma conversa através de um pedido de desculpas para quem segue sua empresa.

Dessa forma você constrói um relacionamento baseado na confiança e na sinceridade, fazendo com que seus seguidores enxerguem sua empresa e o comportamento dela com outros olhos, sem julgamentos. Não precisa utilizar apenas o e-mail para publicar um pedido de desculpas. As redes sociais estão aí para isso. Que tal oferecer uma promoção-relâmpago para sua lista de contatos?

Em geral, essas oportunidades passam despercebidas na maioria das empresas, muitas vezes colocando-as em um sério risco de comprometer seus negócios e deixar uma sensação de frustração na cabeça dos clientes e seguidores.

17 – Encher a caixa de entrada dos assinantes

Enviar sua newsletter para sua base de contatos raramente é um problema, mas enviar demasiadamente pode se tornar um problem (e dos grandes).

Procure equilibrar a frequência de envio e desenvolva uma estratégia de periodicidade. Você pode experimentar e realizar testes a fim de avaliar qual será a taxa de abertura e cliques, consequentemente avaliando a taxa de rejeição dos assinantes.

A partir daí sua empresa conseguirá montar um calendário e definir quais dias do mês haverá envio de newsletter para o público.

E agora? Será que você aprendeu como evitar todos esses erros catastróficos na hora de criar uma newsletter? Você também pode conferir aqui algumas dicas essenciais para o sucesso da sua newsletter.

Não se esqueça de que toda boa estratégia precisa de tempo e muita pesquisa antes de sair do papel. Somente dessa maneira que você e sua marca poderão crescer em um mercado cada vez mais competitivo, onde a regra principal é encantar os clientes desde o primeiro momento.

Possui dúvidas, ideias ou quer contribuir com outros erros que não citamos aqui? Sinta-se à vontade e deixe seu comentário no campo abaixo!

 
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Escrito por: Redator Rock Content Este artigo foi produzido por um dos mais de 5000 redatores da base da Rock Content. Quer conteúdo legal assim no seu blog? Fale com um consultor!



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