imagem com url

As 15 melhores práticas de SEO para a estrutura de URLs

Muitas pessoas acreditam que a importância das URLs (os endereços das páginas) diminuiu consideravelmente após o serviço de buscas orgânicas melhorar tanto com o passar dos anos.

Ledo engano, e qualquer pessoa que tenha um blog e entenda o mínimo de SEO sabe disso. Uma URL bem estruturada é um dos fatores preponderantes para que os motores de busca melhorem a qualificação de um site diante do rankeamento.

Pensando nisso, nosso post de hoje traz dicas imperdíveis sobre práticas para estruturação de URLs que poderão fazer com que seu site ou blog esteja próximo das primeiras posições. Confira!

1. Sempre que possível, procure usar sempre um único domínio e subdomínio

Pode parecer uma opinião controversa, pois a criação de vários subdomínios dá a ideia de que desta forma as possibilidades de melhoria no rankeamento sejam mais reais. Mas a verdade é que isso acaba descentralizando o foco e pode ser que o seu tráfego diminua.

Uma boa alternativa para a otimização neste sentido é a utilização da palavra-chave para a qual você quer rankear no subdomínio, caso ele seja realmente necessário para a dinâmica do seu site ou blog.

Isso faz com que estes subdomínios cresçam em possibilidades de localização e acabem elevando sua relevância nos motores de busca.

2. Procure fazer com que a URL seja facilmente interpretável pelo usuário

Quanto mais fácil a URL é de ser lida por seres humanos, melhor é para a reputação do seu site nos motores de busca.

A acessibilidade sempre fez parte dos critérios do SEO, mas não tanto quanto atualmente.

Hoje em dia os motores de busca conseguem interpretar (através de critérios avançados) qual é o tipo de URL capaz de provocar mais engajamento. E um endereço fácil de ser lido, nesse caso, faz toda a diferença.

Imagine um endereço descrito desta forma:

  • http://meudominio.com/macacos-lutando-boxe.

Este endereço já entrega ao usuário o que ele terá e o que faz com que ele se sinta mais incentivado a querer saber do que se trata.

Em outra situação temos a seguinte URL :

  • http://meudominio.com/pub/post?ID=88&wk=macacos+boxe.

Esta situação ainda provoca alguma curiosidade no leitor, mesmo com alguns termos ininteligíveis. Mas veja o endereço a seguir:

  • http://cdx7.meudominio.cc/9fgle5/e?HXED=itj95225gjt44yjkm5&=f#loaddelay.

O usuário que se depara com uma URL dessas provavelmente acha que o computador ou celular dele pegará fogo caso ele tente acessá-la.

O endereço não precisa também estar limpo e perfeito como no primeiro exemplo, até porque é algo um pouco difícil de obter para todos os subdomínios e links, mas faça o máximo para que seja algo no mínimo compreensível e que o seu leitor possa entender facilmente.

3. Utilize palavras-chave nas URL

Quando você quer melhorar nos rankings de busca utilizar palavras-chave nas URL ainda é uma ideia ótima.

Em primeiro lugar, palavras-chave na URL auxiliam o usuário a pré visualizar, de certa forma, o que ele irá ter pela frente em relação ao conteúdo, seja nas redes sociais ou em links que compõem seu e-mail marketing. Mesmo que o redirecionamento seja feito através da criação de um hiperlink, o usuário poderá facilmente ver o endereço original no monitor, em seu lado inferior esquerdo.

Em segundo lugar, é comum que os usuários copiem e colem URLs o tempo todo. Quando estas URLs não provêm de textos âncora, a própria palavra-chave contida no endereço se presta a este serviço. Saiba que os textos âncora, ou seja, a palavra ou texto que servirá de base para que o hiperlink seja criado, são poderosas formas de melhorar o rankeamento de seu conteúdo.

E, em terceiro, compreenda que as URLs não passam batido nos resultados das pesquisas. Elas têm relevância sim na hora do usuário escolher em qual site clicar e ter uma URL atraente acaba sendo sinônimo de mais tráfego e dos resultados positivos que isso proporciona.

4. Duas URLs que servem o mesmo conteúdo? Mantenha apenas uma!

Se você tem duas URLs que servem a um conteúdo muito semelhante, considere utilizar o recurso do redirect 301, que direciona o endereço incorreto para a página desejada, caso não existam razões para se manter os dois.

Caso seja necessário, como o redirecionamento para a apresentação de um produto em específico, por exemplo, para que a indexação não seja dividida pelo Google, existe o recurso do rel=canonical (canonical tag). Sugerimos que estudem estes recursos de redirecionamento por conta própria por enquanto, pois este é um assunto que abordaremos mais profundamente em outro artigo.

5. Excluir parâmetros dinâmicos quando possível

Se você pode evitar o uso de parâmetros de URL, faça isso. Caso precise utilizar mais de dois destes parâmetros, talvez seja hora de investir na reconstrução destas URL’s, de maneira que se tornem estáticas e de fácil leitura aos usuários.

A maioria das plataformas de gestão de conteúdo conseguiu avançar ao longo dos anos para que URLs consideradas confusas e “feias” sejam substituídas por algo mais “popular”.

Alguns parâmetros dinâmicos são usados ​​para rastreamento de cliques (como aqueles inseridos por aplicativos populares para compartilhamento nas redes sociais, como o Buffer). Em geral, isso não chega a causar grandes problemas, mas estes parâmetros dinâmicos podem acabar gerando URLs longas e sem nenhum apelo de atração.

Em 2014, uma pesquisa realizada pela RadiumOne sugere que o compartilhamento nas redes sociais através de aplicativos impacta diretamente no SEO, apesar de apresentar algumas vantagens também.

Com URLs curtas é possível encontrar claramente a localização e o conteúdo de forma melhor do que em URLs demasiadamente encurtadas ou em longas cadeias de palavras, que, no fim das contas, também não transmitem nenhum tipo de informação.

6. Menores> maiores

URLs curtas são mais eficazes em seus propósitos.

Mas não se preocupe em querer encurtá-la demais se a sua URL já é inferior a 50-60 caracteres. Mas caso o tamanho do endereço chegue perto dos 100 caracteres, talvez seja hora de repensar seu tamanho, no intuito de gerar mais valor.

Este não é um problema direto com o Google, Bing, ou demais motores de busca, que conseguem processar grandes URLs sem muita dificuldade. O problema nesse caso encontra-se com a usabilidade e experiência do usuário.

URLs mais curtas são mais fáceis de analisar, copiar e colar, para compartilhar nas mídias sociais e para incorporar em seus próprios sites. Este detalhe pode trazer bons resultados na propagação dos seus links no Facebook, Twitter e publicações de blogs.

7. Tente combinar URLs com títulos

É mais ou menos a mesma ideia que exploramos no item 2. Quando uma URL de um artigo se aproxima ao máximo do título do mesmo, a possibilidade com que o usuário se incentive a clicar nela aumenta consideravelmente.

Suponhamos que um amigo lhe encaminhou uma mensagem através de um messenger com um link cheio de números e letras que parecem desconexas à primeira vista, ou até mesmo quando alguém compartilha um endereço deste tipo em uma rede social.

A possibilidade de que você não tenha o mínimo interesse em clicar naquele link, ou até mesmo imagine que se trate de um tipo de vírus, é muito grande. Portanto, tenha carinho com as URLs, da mesma forma que você trata a composição de seus conteúdos.

8. Artigos, verbos de ligação e outros complementos são dispensáveis na URL.

Como descrevemos no tópico número 6, URLs menores normalmente são mais eficazes no propósito de atrair o usuário.

Desta forma a omissão de artigos, verbos de ligação, e outros, na tentativa de relacionar a URL com o título do conteúdo, não compromete a compreensão do internauta quando ele lê aquele endereço.

Por exemplo, em nosso blog, temos um texto com o título: “SEO para vídeos: o guia completo”, no qual a URL de acesso é: http://marketingdeconteudo.com/seo-para-videos/.

Note que o artigo “o”, tal como os substantivos “guia” e “completo” foram omitidos. E nem por isso a URL perdeu sua função de fazer o usuário compreender do que o post fala a respeito.

Além do mais é um título curto – e bastante fácil de ler – o que o classifica como um exemplo ideal.

9. Tome cuidado com letras maiúsculas e minúsculas

Esta explicação é um pouco mais técnica, portanto vamos ao que interessa de verdade aqui. Diferentes tipos de servidores trabalham com caracteres maiúsculos e minúsculos de maneira diferente.

Por exemplo: um servidor Microsoft não faz esta diferenciação, mas caso o conteúdo esteja hospedado em servidores Linux/Unix, os riscos de que seu site não seja encontrado por este motivo são consideráveis. Desta forma, na dúvida, opte apenas por letras minúsculas.

10. Remover caracteres problemáticos

Existem caracteres que são de difícil leitura quando inseridos em uma URL e o ideal é não os utilizar.

Confira neste link uma lista destes símbolos do qual estamos falando. Pode parecer um argumento muito pobre se falarmos apenas da dificuldade de leitura destes caracteres, mas a realidade é um pouco mais complicado do que isso. A maioria dos navegadores apresentam alguns problemas quando se deparam com alguns destes símbolos em um endereço, portanto evitá-los é realmente o melhor para a saúde de suas publicações.

11. Limite o redirecionamento para dois ou menos

Suponhamos que sua URL redireciona a navegação para outro endereço (o que é comum), mas que este segundo endereço acabe direcionando a um terceiro e daí por diante. Isso não chega a ser uma tragédia, mas saiba que um dos critérios de melhoria do rankeamento é a velocidade de carregamento dos dados, e quanto mais redirecionamentos, mais o seu site demorará para abrir.

12. Utilize hifens e sublinhados para separar palavras

Antigamente as pessoas mais experientes em SEO recomendavam que não se utilizassem o sublinhado para separar palavras, em função de algumas dificuldades que os navegadores passavam com este tipo de URL.

Mas isto mudou de algum tempo pra cá, e hoje em dia os browsers enxergam tanto o hífen quanto o sublinhado da mesma forma e sem nenhum problema.

Outra questão que se deve ter atenção é com a utilização de espaços. Estes sim continuam incompatíveis com alguns navegadores. Portanto, o ideal é evita-los, o que pode ser facilmente resolvido com as plataformas de gestão de conteúdo mais modernas.

13. Não use muitas separações em pastas

Os seres humanos gostam muito de organizar seus dados e criar separações e divisões para tudo, mas um site é um lugar que você não precisa de uma pasta para tudo.

O que chamamos de “pasta”, aqui nesse caso, é o que fica contido entre as barras, como nos exemplos a seguir:

  • Exemplo ruim: http://meudominio.com/animais/estimação/cães/filhotes/brinquedos/ossinhos
  • Bom exemplo: http://meudominio.com/brinquedos-para-caes/ossinhos

Isso não significa necessariamente que o desempenho do seu site será prejudicado, mas isso cria uma percepção de profundidade que pode ser confuso tanto para os usuários quanto para as plataformas de gestão de conteúdo e motores de busca.

14. Repetir palavras-chave na URL só vai lhe atrapalhar

Depois de ter aprendido várias coisas sobre SEO aqui no Marketing de Conteúdo, pode ser que você queira dar uma de esperto e utilize palavras-chave repetidas na URL, com a intenção de melhorar o rankeamento nos motores de busca.

Mas saiba que não é bem assim que a banda toca! Com a alteração dos algoritmos, principalmente do Google e do Bing, estes sites de buscas passaram a ser extremamente preconceituosos com quem faz isso. Desta forma, se não quer prejudicar sua estratégia de SEO, evite fazer isso.

15. Mais uma coisa…

Motores de busca como o Google, Yahoo, Bing, e outros, verificam uma série de fatores para determinar se uma página tem uma configuração ideal e a primeira coisa a ser analisada é sempre a URL.

Caso sua URL não esteja bem estruturada, tanto seu público alvo quanto os motores de busca podem acabar não dando a devida relevância ao seu site. Portanto, muita atenção às dicas que oferecemos acima.

Importante!

Caso já possua um site e deseje alterar suas URLs para SEO tome bastante cuidado. A partir do momento em que o site apresenta um endereço novo a relevância perante os motores de busca cai a zero, demorando algum tempo para que o novo trabalho dê certo e sua posição nos rankings seja recuperada e melhorada. Uma alternativa é aprender sobre os redirecionamentos 301 para que seu trabalho anterior não seja comprometido.

Você também poderá gostar do nosso Guia para iniciantes em Marketing de Conteúdo para SEO.

Gostou do nosso artigo? Esperamos que tenha sido bastante útil em suas estratégias de SEO. Agora fique a vontade para sanar suas dúvidas ou acrescentar algo que ficou faltando, adoramos ouvir de você!

Material Gratuito: O guia de SEO da Rock Content

Esperamos que este conteúdo tenha te auxiliado a compreender mais sobre o assunto.
Se você deseja aprender ainda mais sobre SEO, não deixe de baixar o nosso material gratuito!

New Call-to-action




 
Autor(a)

Escrito por: Redator Rock Content Este artigo foi produzido por um dos mais de 5000 redatores da base da Rock Content. Quer conteúdo legal assim no seu blog? Fale com um consultor!



    Deixe um comentário

    Certificações em Marketing Digital - Universidade Rock Content
    Vagas em Marketing e Vendas - Rock Jobs
    Ebook Inbound Marketing - O Guia Definitivo

    A Rock Content é líder em marketing de conteúdo no Brasil. Ajudamos centenas de empresas a atingirem seus objetivos de marketing. Queremos ajudar você também!