A História do Facebook ADS: Aprenda como tudo começou

A História do Facebook ADS: Aprenda como tudo começou

Já falamos muito sobre o Facebook ADS aqui no blog. Neste artigo aqui, por exemplo, damos dicas ótimas de como melhorar suas campanhas na plataforma. Hoje, vamos contar como tudo começou e todas as mudanças importantes que ocorreram.

Afinal, para entender o que faz do Facebook uma das plataformas sociais mais eficientes em anúncios, é preciso entender todo seu desenvolvimento. Isso não só vai te deixar mais confiante em anunciar na rede social (se você ainda tem alguns receios), mas também vai te dar um conhecimento que poucos profissionais têm.

Então vem comigo e com o Mark Zuckerberg conhecer a história de como o Facebook se tornou um gigante da publicidade atual.

2004 – Harvard: onde tudo começou

A plataforma foi desenvolvida em Harvard, quando Mark Zuckerberg ainda estudava por lá, e rapidamente cresceu entre os alunos. Se você já viu o filme a Rede Social  já sabia disso, mas queremos te contar o que o filme não mostra: onde a publicidade entrou nessa história. Principalmente porque o filme mostra um Mark muito contrário à comercialização da plataforma, o que não aconteceu tão veemente. No começo ele chegou sim a anunciar no Facebook.

A primeira forma de anúncio que a plataforma teve foi  em 2004, ainda em Harvard, e se chamava “Flyers”. Eram banners que apareciam na página principal da plataforma, comercializados por $10-$40 por dia para comerciantes locais e alunos. Os Flyers anunciavam festas do campus e outros eventos sociais.

Depois, o Flyers evolui para o Flyer Pro, no qual os anunciantes davam lances pelos anúncios, definindo o quanto eles estavam dispostos a investir, e direcionando o público ao qual o anúncio seria exibido.

2005 – O ano dos grandes anunciantes

2005 foi o ano que o Facebook contratou Kevin Colleran, um sallesman para cuidar apenas da publicidade. Ele fechou parceria com grandes marcas como Apple e Victoria’s Secret, mas tudo começou com o Party Poker.

Através de CPA (custo por aquisição), o Party Poker trouxe $60.000 por mês para a rede social. Os anúncios eram por performance, ou seja, o Facebook recebia por cada usuários que assinasse o Party Poker.

Depois, a Apple começou a anunciar através de um “Apple Group”. A marca pagava $1 por mês para cada novo membro.  Já a Victoria’s Secret começou anunciando com o mínimo de $25.000 por mês.

2006 e 2007 – Parceria com a Microsoft + Marketplace

Em 2006, o Facebook abre o cadastro para usuários além do campus de Harvard e procura parceiros para desenvolver sua plataforma de anúncios. Várias marcas se interessam, mas a Microsoft teve maior sorte. Ela passa a ser um provedor exclusivos de banners e links patrocinados do Facebook.

MySpace, Google, Viacom, Microsoft e Yahoo, NBC, foram algumas das empresas que tentaram comprar o Facebook. Todas sem sucesso.

Em 2007, o Facebook lança o Marketplace, um aplicativo de classificados. Era uma área de compra e venda de diversos produtos e serviços. Álias, ainda é. Em 2009 o Marketplace comprou o Oodle e hoje ainda está no ar neste endereço.

2008 até 2010 – Recessão mundial, Facebook Pages e Likes

Enquanto o resto do mundo está em recessão, Mark Zuckerberg dá um passo a frente na comercialização da rede social e lança o Facebook Pages. A ideia é as marcas terem uma presença na rede social e amplificarem essa presença através de anúncios. Como vemos hoje, foi uma ideia que deu muito certo.

Em 2009, o Facebook evolui sua plataforma de anúncios e lança a possibilidade de anunciar para perfis demográficos específicos.

E em 2010, a rede social lança seu famoso like. Sim o Like não existia desde o começo! E enquanto muita gente ainda desconfiava da evolução mobile, o Facebook lança seu aplicativo.

2011 e 2012 – Sponsored Stories e anúncios mobile

O Facebook lança o Sponsored Stories, no qual marcas conseguem anunciar para seus seguidores comentários feitos por usuários sobre a própria marca. Este tipo de anúncio gerou grande polêmica entre os usuários, que fez o Facebook lançar um termo de compromisso no qual apenas os usuários que estavam de acordo poderiam ter seu conteúdo compartilhado por marcas.

Em 2012, o Facebook lança seus anúncios também na versão mobile da rede social.

2013 – Pesquisa Social ou Social Graph e Facebook Exchange

Mais um vez o Facebook inova e lança uma ferramenta com um ótimo conceito, principalmente para anunciantes. O Social Graph recolhe dados dos usuários da plataforma e os entrega para os anunciantes de uma forma simples e objetiva. Esta ferramenta criou um cenário rico de pesquisa para profissionais de marketing e anunciantes.

Além do Social Graph, o Facebook lança o Facebook Exchange. Uma ferramenta na qual os anunciantes compram anúncios em tempo real, através de leilões, e usam os dados coletados através de cookies para identificar seu público alvo.

2014 – O Facebook evolui ainda mais

Em 2014 o Facebook continua evoluindo seu serviço de anúncios implementando o Lookalike Audiences e os anúncios de Retargeting.

Com o Lookalike Audiences, os anunciantes têm acesso a perfis de usuários da plataforma que se aprecem com o perfil do público que ele já tem. Os anunciantes também passam a direcionar os posts dentro dos usuários da sua própria página. São os Dark Post com conteúdo que aparecem apenas para o perfil selecionado.

Em 30 de junho, o Facebook tem 819 milhões de usuários ativos via mobile, um crescimento de 51% comparado ao ano anterior.

Ad Age Digital

2015 – Qual será o próximo passo do Facebook?

É difícil responder esta pergunta. Mas os números da internet, a realidade de mercado e as atuais ações do Facebook apontam que a próxima aposta da rede social é o vídeo.

O Facebook já anunciou que o conteúdo em vídeo tem melhor aceitação em sua plataforma e que conteúdos em vídeo tem melhores índices orgânicos. Tudo isso você pode conferir aqui.

E você? Qual será o próximo passo do Facebook? Discutir o futuro da plataforma aqui pode nos dar ótimos insights do que fazer para sair na frente dentro da rede social!

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Escrito por: Redator Rock Content Este artigo foi produzido por um dos mais de 5000 redatores da base da Rock Content. Quer conteúdo legal assim no seu blog? Fale com um consultor!



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