marketing em videos

Marketing em vídeos: um artigo sobre PNL e Doutrinação

Quando a gente pensa na evolução dos métodos de se passar conteúdo (do papel e indo além dos slides) fica fácil concluir que a onda do momento é o vídeo.

Se tem algo que a história e a inovação nos mostra é que aquela companhia que não aproveita uma nova onda inovadora acaba se afogando.

E não é nem só aproveitar essa nova onda, é preciso saber como surfá-la corretamente.

Se para você isso não fica claro, deixe-me explicar melhor.

Imagina que você é um produtor de velas (Sim, aquelas que você utiliza quando a luz da sua casa “vai embora”) e como bom gestor e preocupado com a evolução do seu negócio, você começa a expandir para produzir velas com cheiro, velas que queimam com uma cor diferente e velas que duram mais que a da concorrência.

Você pensando que está fazendo tudo certo e que seu negócio vai decolar, mas…

De repente em uma indústria completamente diferente da sua, vem uma inovação conhecida como lâmpada e em alguns anos você e sua empresa familiar e tradicional com mais de 100 anos saem fora do negócio.

Its a long way to the top if you wanna rock and roll

Its a long way to the top if you wanna rock and roll

 

Essa é a história citada no livro do Clayton Christensen, Innovators Solution, para explicar o conceito do Jobs to be Done e mostra exatamente que inovar por si só não faz a diferença, é preciso saber o “como”, ter know how faz toda a diferença.

Mas o que isso tem a ver com marketing em videos?

O primeiro ponto que você tem que avaliar é que o marketing em vídeos não é algo novo.

E assim como a inovação, ser o primeiro a falar sobre o tema não faz tanta diferença se você não tirar a ideia do papel.

A primeira empresa a criar um vídeo corporativo para a internet foi a americana VMatrix.

Do ponto de vista do negócio e vendo o site fica claro que ser o primeiro, isso foi em 1999, não significa ser aquele que vai durar.

Desde aquela época, os motivos para se utilizar vídeo marketing são bem claros:

 

  • Comunicação rápida e efetiva: Ninguém quer gastar mais que 90 segundos para ver um vídeo. Na verdade o que pesquisas têm mostrado é que o tempo ideal para um vídeo vai de 30-90 segundos e a partir disso a atenção do expectador tende a divagar ou até ficar com preguiça de gastar 5 minutos concentrado em algum conteúdo.
  • Aumento na conversão: Um vídeo é muito fácil de ser lembrado e relembrado. Por ser possível transmitir uma ou mais emoções é mais simples se conectar com a história que está sendo contada e dada essa conexão, tomar uma ação (lembre sempre de um CTA no fim do vídeo). Duas práticas muito comuns são vídeos explicativos, também conhecidos como os how-to guides, para ensinar o passo a passo para atingir algum resultado e também os vídeos em landing pages de startups, para explicar de forma simples um conceito ou produto complexo.
  • Brand Awareness ou notoriedade de marca: Praticamente auto-explicativo. Brand Awareness é a forma que um consumidor reconhece uma marca. É só parar por um segundo e pensar o que as grandes marcas fazem e como o público se conecta a elas.
  • Educação de clientes: Sabemos que a venda em si é um processo de educação aonde um cliente reconhece um problema e busca uma solução para isso. O Inbound Marketing estrutura a criação de conteúdo com base nessa premissa. Através de um vídeo é possível se posicionar como especialista no seu mercado de uma maneira ainda mais poderosa, tornando possível alavancar a imagem da empresa e dos colaboradores.

É bem aprofundando nisso que a Rock Content em parceria com a Samba Tech, fizeram um ebook incrível sobre video marketing.

Samba rock é bom demais!

Samba rock é bom demais!

Fluxo de Cadência com vídeos nos emails

Fluxo de cadência é um termo muito conhecido em times de Outbound.

É uma estruturação clara e otimizada da quantidade de contatos que o time de vendas deve fazer antes de descartar um lead.

Por trás dessa estratégia queremos delimitar a quantidade de tentativas de contato pensando sempre em não ser irritante, mas também não ser leviano ao fazer poucos contatos.

Os vídeos junto ao fluxo de cadência geram uma humanização do contato e também um diferencial dado que você sai do status quo de utilizar somente conteúdo escrito.

Poxa, como eu queria ter feito esse conteúdo em vídeo!

Para ser ainda mais gritante sobre a importância de se utilizar esse tipo de conteúdo nos emails veja um pouco dos resultados:

  • 59% dos executivos preferem ver um vídeo ao ler um conteúdo se ambos estiverem na mesma página.
  • Vídeos em email marketing podem gerar um aumento na taxa de cliques em até 96% e oferecer um retorno de 280% se comparado a emails com textos.
  • A taxa de abertura aumenta em 21% somente com a utilização da palavra “vídeo” em  um email.

A ideia dos 3 tópicos anteriores foi deixar bem enxuta a exposição desses dados, mas se quiser ainda mais estatísticas é só ver esse infográfico sobre vídeo marketing do viver de blog.

Doutrinação e ancoragem através de vídeos ou o que a Coca-cola fez comigo…

Doutrinação é a primeira fase proposta pelo marketeiro Ryan Deiss em seu livro Invisible Selling Machine.

A doutrinação é a fase que você, ao se apresentar para o seu lead, cria uma relação de amizade e o traz para o seu mundo.

O conteúdo audiovisual tem um poder imenso nesse sentido, tornando possível uma total imersão do expectador no universo criado.

Isso foi tão verdadeiro para o meu caso que quero lhes contar uma história.

Tenho que falar com vocês sobre o conceito de ancoragem, antes de contar uma história para vocês:

Criar âncoras em PNL é a técnica de evocar sentimentos e emoções, sejam eles positivos ou negativos, em uma determinada pessoa (ou em você mesmo).

A verdade é que com o marketing em vídeos também é mais fácil criar âncoras em uma determinada pessoa.

Em alguns pontos, simplesmente uma música de fundo pode evocar um sentimento positivo quanto a uma solução.

Se você já viu alguns vídeos da plataforma Kickstarter é muito comum que você tenha escutado em algum momento um ukelele que, na minha opinião, é o instrumento que mais desperta um sentimento positivo.

Em 2009, estava fazendo pré-vestibular para a Universidade Federal de Minas Gerais e estava bem pilhado com a última etapa da seleção.

Lembro que um vídeo que passava muito naquela época, foi esse aqui:

 

 

Esse vídeo tem tudo que eu gosto:

  • Um bom punk rock;
  • Animação e energia celebrando a vida.

Voltando naquela época dura do Yes Stress, lembro que esses dois tópicos anteriores eram algo que eu não estava tendo e essa música representava para mim uma fuga dessa realidade.

E ao pensar em uma vida como proposta pelo comercial anterior, qual era a minha companhia preferida para isso?

É claro que era uma boa e gelada lata de coca-cola.

É incrível pensar o que um vídeo pode fazer.

Você para de vender somente um produto e é capaz de influenciar o seu possível cliente com um sentimento e fazê-lo engajar com sua marca.

Conclusão

É muito difícil prever para onde vai caminhar a inovação, mas pensando sempre que precisamos criar valor para nossos clientes é preciso buscar sempre nova maneiras de se fazer isso de forma efetiva.

Imagino que você não queira ser uma vela quando a lâmpada estiver surgindo, certo?

Agora se você quiser realmente fazer a diferença e quiser começar desde já, confira este ebook.

Este é um guest post da Outbound Marketing

 
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Escrito por: Autor Convidado Esse artigo foi um guest post escrito por um de nossos parceiros especialistas no assunto. Quer conteúdo legal assim no seu blog? Fale com um consultor!



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