H1, H2 e H3 – O que são as heading tags e como usá-las

Alguma vez você já ouviu falar ou até mesmo viu com seus próprios olhos alguns códigos chamados H1, H2 e/ou H3, certo?

Para quem nunca se deparou com códigos em HTML – aqueles usados para construir uma página na Web – é mais comum deduzir que foram retirados de alguma aula de química, mas, quanto mais nos familiarizamos com as coisas por trás da internet, melhor passamos a entender a importância de certos códigos, aparentemente “inofensivos”, como no caso das heading tags.

Um experimento prático que auxilia no entendimento das heading tags pode ser feito por você, agora mesmo!

Basta abrir o Word – ou similares – e crie um texto qualquer com títulos e subtítulos, utilizando sempre os estilos predefinidos na guia de “estilos” na página inicial, com o “Titulo 1” para o título principal, “Titulo 2” para subtítulo e assim por diante.

Agora crie um sumário automático e veja como ele está organizado.

Parece mágica, não é?

Mas são apenas as heading tags em ação no seu editor de textos!

Com isso vimos que os títulos de um texto não podem ser vistos somente como uma frase escrita com fonte maior e mais robusta que a do corpo da mensagem, mas, sim, como caracteres codificados que, ao serem interpretados pelo editor, toda a hierarquia de um texto é definida.

Se a utilização das heading tags agrega muito nos textos, o mesmo vale para quando o assunto é SEO, onde, por sinal, elas são extremamente importantes dentro da estrutura de uma página da internet.

Mas como elas podem ser tão essenciais assim?

É o que você entenderá a seguir!

Entendendo a hierarquia das heading tags

Quando colocamos em prática todas as técnicas de SEO em um site, é elementar que a relevância deve ser inserida em todo o contexto – a exemplo da escolha e utilização corretas das palavras chave.

No caso das heading tags, pode-se entender que existe uma escala de 1 a 6 (h1 a h6), onde a h1 predomina sobre as demais por representar o título principal, afinal, todo texto tem ao menos 1 título.

As demais tags são utilizadas de acordo com os subtítulos inseridos, como no exemplo do sumário automático do Word, sendo assim, a h1 deve ser vista como a mais importante e a h6 a menos importante.  

Portanto, tanto do ponto de vista SEO quanto de qualquer outro, desrespeitar essa hierarquia utilizando-se, por exemplo, de um título em h3 e um subtítulo em h1, a estrutura ficaria no mínimo estranha e confusa, comprometendo até mesmo o rankeamento de seu site nos resultados do Google e, sobretudo, o entendimento de seus leitores em relação ao texto.

Para clarear ainda mais a importância de se respeitar a hierarquia das heading tags, pense nela da mesma maneira que o local onde vive alguém do interior do Paraná, por exemplo, e imagine qualquer um dos itens fora da ordem:

  • H1 – Terra
  • H2 – América do Sul
  • H3 – Brasil
  • H4 – Paraná
  • H5 – Curitiba
  • H6 – Londrina

Ficaria esquisito se algo estivesse fora do lugar, não é mesmo?

Como aplicar headings

Ao contrário do que para muitos pode parecer, é completamente dispensável a utilização de todas as heading tags em um texto.

Suponhamos que seu conteúdo possua 2 capítulos com 2 subcapítulos no primeiro e 1 subcapitulo no último, além do próprio título principal em h1, veremos como ficaria seu formato no ponto de vista ideal para SEO:

Título Principal

Capítulo 1

Subcapítulo 1

Subcapítulo 2

Capítulo 2

Subcapítulo 3

Utilizar seis tipos de heading tags é algo difícil de imaginar, até porque, conforme explicado acima, a hierarquia envolve relevância.

Portanto, quanto maior o número da heading menor será sua relevância, assim prejudicando o SEO da página.

Contudo, se sua utilização vier ao caso em decorrência do tamanho do texto, utilize h6 para que a usabilidade de sua página não seja prejudicada.

E aproveitando que o foco deste tópico é a otimização, o que acontece se aplicarmos mais de uma h1 num único texto?

Há alguns anos isso poderia causar conflitos, visto que a linguagem HTML 4 estacionou por praticamente uma década, ou seja, não houve atualizações para que suas funcionalidades fossem facilitadas.

Com o desenvolvimento e a consolidação do HTML 5 – a versão da linguagem mais utilizada atualmente –, preocupações como essa foram deixadas de lado, pois a linguagem permite a utilização de h1 em cada intertítulo sem comprometer a experiência do usuário – no entanto o meio convencional ainda é o recomendado, pois isso oferece ao Google uma pista sólida do tema que é abordado na página.

Algumas práticas a serem evitadas ao lidar com heading tags

Fique de olho na utilização de keywords

Por mais óbvio que pareça a vantagem de utilizar palavras-chave no h1, vale a ressalva de que essa prática, sem o mínimo de moderação, pode arruinar todos os planos que você tinha para aquele conteúdo simbolizar o sucesso!

Isso porque o Google pode penalizar seu site com base nos seus Termos e Condições.

Conteúdos similares entre header tag e meta tag

Para que as diferenças fiquem claras:  ambas as “tags” possuem funções muito parecidas, porém, a meta title tag é aquela que aparece nos resultados de busca em forma de hyperlink.

Repetir heading tags em páginas diferentes

Não é uma prática recomendada utilizar um mesmo título de heading em conteúdos diferentes, pois, dessa forma, cada conteúdo deixará de ser tratado de forma única, fazendo com que o usuário fique confuso ao se deparar com duas páginas num mesmo resultado – o que de fato seria bem estranho.

Conclusão

Neste artigo pudemos aprender muitos segredos a respeito das heading tags, sobretudo em como utilizá-las da forma correta tanto do ponto de vista SEO quanto do ponto de vista de usabilidade – lembrando que justamente por existirem esses dois aspectos importantes é que precisamos respeitar a hierarquia presente nelas.

 

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Escrito por: Redator Rock Content Este artigo foi produzido por um dos mais de 5000 redatores da base da Rock Content. Quer conteúdo legal assim no seu blog? Fale com um consultor!



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