wordpresscriar um site, blog ou negócio online, uma das primeiras coisas que precisa ser feita é fazer um registro de domínio e contratar uma hospedagem de sites.

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O que é WordPress, para que serve e principais segredos desvendados

O WordPress é o CMS mais usado no mundo. Entenda por que essa é a melhor é a opção para criar seu blog com nosso tutorial completo.

Quando se fala em criação de blogs, sites e e-commerces, uma das ferramentas mais lembradas e indicadas é o WordPress. Aliás, se você já acompanha nosso blog há algum tempo, deve ter notado que também recomendamos essa plataforma assim que o assunto é abordado em algum post.

E esse destaque não acontece à toa.

Para você ter uma ideia, o WordPress abocanha a impressionante fatia de 59,1% do mercado de CMS (sistemas de gerenciamento de conteúdo).

Seus principais concorrentes estão longe de incomodá-lo. O Joomla tem uma participação de 6,9%, o Drupal tem 4,7%, o Magento tem 2,5% e o Blogger tem 2,2%.

Esses dados foram retirados do W3Techs e estão atualizados para junho de 2017.

Esse amplo domínio do WordPress é um dos motivos para que todos os profissionais e estudantes de marketing digital queiram dominar o uso dessa ferramenta.

Por isso, preparamos um post completo para falar tudo o que você precisa saber sobre o WordPress.

A seguir, você verá:

  • O que é o WordPress?
  • Como ele funciona?
  • Quais são suas vantagens?
  • Como surgiu?
  • Qual a diferença entre WordPress.org e WordPress.com?
  • Como começar?
  • Dicas e Hacks para aproveitar melhor o WordPress

Acompanhe!

O que é o WordPress?

WordPress

O WordPress é uma plataforma com um sistema de gerenciamento de conteúdo para a web.

Em outras palavras, trata-se de um CMS usado para administrar sites, blogs, e-commerces, portais de notícia, áreas de membros e outros tipos de página.

Mas o que faz esse tal de CMS?

CMS significa Content Management System — em português, sistema de gerenciamento de conteúdo.

Um CMS visa facilitar a criação e a edição de conteúdos em um site sem a necessidade de usar uma linguagem de programação.

A ideia é fazer com que um produtor de conteúdo sem conhecimento em códigos possa, de forma simples e intuitiva, criar textos, inserir imagens e vídeos, elaborar formulários, mexer no layout do site, entre outras funções.

A proposta do WordPress é justamente democratizar o desenvolvimento de sites e blogs profissionais para quem tem uma empresa, projeto, portfólio ou qualquer outra ideia.

Além de ser um sucesso entre os pequenos e médios produtores de conteúdo, o WordPress também é usado por grandes marcas, como o blog do console PlayStation, o site da BBC America e o da Forbes.

Como ele funciona?

O WordPress possui duas versões disponíveis aos usuários: a plataforma WordPress.com e o WordPress.org.

A primeira é um serviço que oferece hospedagem gratuita de blogs e sites com o uso do software do WordPress.

A segunda é um site em que você pode baixar gratuitamente o código fonte da plataforma e instala em um outro servidor e domínio.

Não vamos entrar nas diferenças de ambos agora, pois falaremos sobre isso mais à frente. Por ora, é importante esclarecer a existência dessas duas formas de utilização do WordPress.

No mais, elas compartilham um sistema muito parecido. A ferramenta apresenta um dashboard de gerenciamento do site com diversas categorias no menu e suas respectivas funcionalidades.

Entre essas funções, podemos destacar:

  • Adicionar, programar e editar posts para o site ou blog como se estivesse escrevendo no Word, por exemplo;
  • Inserir e editar arquivos de mídia, como imagens, vídeos e áudios;
  • Criar novas páginas, menus, categorias e tags para o site;
  • Moderar os comentários dos visitantes;
  • Acompanhar dados básicos de acesso;
  • Editar a aparência do site (mexer com o layout);
  • Gerenciar os níveis de permissão para os administradores da página;
  • Criar, adicionar, editar e excluir plugins e extensões;
  • Exportar e importar dados do site ou blog.

Quais são suas vantagens?

Se você ainda não entendeu o porquê do WordPress ser o sistema de gerenciamento de conteúdo mais usado no mundo, selecionamos 7 benefícios que poderão fazê-lo mudar de ideia.

Uso intuitivo: você não precisa dominar códigos de programação!

Se você quer ter um site hospedado ou gerenciado no WordPress, você dificilmente terá que se preocupar com códigos ou linguagem de programação.

O uso do sistema é bastante simples. Por exemplo, na hora de editar um texto, você pode colocar palavras em negrito, justificar um parágrafo ou inserir uma imagem no conteúdo por meio de botões que o editor da plataforma indica.

Você não precisa usar códigos HTML para isso. Grande parte de suas funcionalidades está acessível a poucos cliques e nenhuma linha escrita de código.

Instalação fácil

Você não perde tempo para começar a usar o WordPress.

A propósito, esse é um dos detalhes mais enaltecidos no site da plataforma. Sua famosa instalação entre 5 e 10 minutos é um dos diferenciais em relação aos concorrentes.

O WordPress preza pela facilidade e rapidez não só na instalação, mas também em suas atualizações. A empresa afirma que elas costumam durar até menos tempo.

Alta oferta de plugins e extensões

O objetivo dos plugins é ampliar e melhorar a experiência tanto para administradores de sites quanto para os visitantes.

Existem extensões que, por exemplo, criam galerias de fotos, aumentam a segurança do site e melhoram a velocidade de carregamento das páginas.

Mas o mais legal mesmo é a alta oferta de plugins. Atualmente, são pouco mais de 50.000 disponíveis para instalação, e os principais são gratuitos!

Troca de templates sem alterar o conteúdo

Outro ponto que conta a favor do WordPress é a simplicidade para mudar o visual de um site sem que isso prejudique os conteúdos publicados.

Por exemplo: vamos supor que você está insatisfeito com o template (modelo pronto de layout) atual do seu blog.

Mesmo que você já tenha dezenas de blog posts postados no site, a mudança pode ser feita sem que nada seja perdido.

O que muda é apenas a forma como esses conteúdos passam a ser apresentados visualmente para o público.

Utilização em dispositivos móveis

Pensando na facilidade para seus usuários, o WordPress também disponibiliza o acesso à plataforma via dispositivos móveis.

Dessa maneira, se você tem um smartphone ou tablet com sistema Android ou iOS, poderá fazer o download do app do WordPress para gerenciar seu site na palma da mão.

O legal é que os dois aplicativos funcionam tanto para os sites baseados no WordPress.com quanto no WordPress.org.

Sistema de código aberto

Essa também vai para a primeira prateleira das vantagens do WordPress.

O fato de o código fonte do sistema ser aberto permite que qualquer pessoa possa editar, aprimorar e personalizar suas versões, temas e plugins.

Quer um benefício claro do WordPress ser um software open source?

A tradução da plataforma para o português brasileiro foi uma conquista notória da comunidade de desenvolvedores do WordPress no Brasil.

Além do mais, grande parte dos recursos que o WordPress possui veio de iniciativas dos usuários da ferramenta.

Claro que, para modificar o código do WordPress e personalizar seu site, você precisará ter um bom conhecimento em programação ou um profissional de desenvolvimento ao seu lado.

Atualizações constantes

A quantidade de atualizações do WordPress é uma consequência dessa participação ativa da comunidade de desenvolvedores voluntários da plataforma.

Desde a versão 0.70 até a 4.8 (lançada em junho de 2017), foram pouco mais de 30 atualizações que melhoraram a usabilidade do sistema e o tornaram mais seguro.

Detalhe importante: as atualizações do WordPress podem ser feitas automaticamente em seu sistema. Apesar de ser mais simples, recomendamos que você atualize manualmente (explicaremos o motivo quando falarmos sobre as dicas e hacks para a plataforma).

Como surgiu?

Agora é o momento de falar um pouco sobre a história do WordPress. Preparamos uma linha do tempo que vai desde seu surgimento até as novidades das suas mais recentes versões.

A origem de tudo

O WordPress começa a partir da interrupção de um projeto chamado B2 Cafelog, que era uma plataforma para desenvolvimento de blogs.

Esse projeto se iniciou em 2001 e foi abandonado em 2003, mais precisamente em 27 de maio, quando começou o WordPress (na versão 0.7).

Portanto, o WordPress é uma variação do extinto B2 Cafelog. Seus fundadores são Matt Mullenweg e Mike Little.

Lançamento da versão 1.0 em 2004

Versão 1.0 do WordPress

Versão 1.0 do WordPress

Menos de um ano após seu lançamento, o WordPress apresentava sua versão 1.0.

Nela, foram desenvolvidos recursos úteis até hoje, como a instalação simples e rápida, moderação de comentários e a criação de URLs amigáveis.

Ainda em 2004, veio o lançamento da atualização 1.2, que permitiu a chegada e o suporte aos plugins.

A chegada da Automattic e do WordPress.com

A Automattic foi uma iniciativa comercial criada em 2005 por Matt Mullenweg e dela surgiu o WordPress.com.

Essa companhia, hoje, possui a estrutura que oferece suporte e hospedagem aos sites desenvolvidos sobre a plataforma WordPress.com.

No começo, a ideia era ampliar o mercado que estava restrito ao uso do código fonte e começar a gerar lucro.

O desenvolvimento das versões 1.5 e 2.0

Essas duas versões se destacam pela quantidade de novidades que trouxeram ao sistema.

Na 1.5, lançada em fevereiro de 2005, foram agregadas as funcionalidades de temas e páginas estáticas.

Essa separação entre design (templates) e funcionalidades (recursos nativos da plataforma) fez do WordPress uma oportunidade de negócio para muitos desenvolvedores e designers.

Muitos deles passaram a monetizar com a comercialização de temas personalizados para os sites.

Já a versão 2.0, lançada em dezembro de 2005, adicionou o upload de imagens, revisão dos processos administrativos internos (back end) e aumento na velocidade do sistema.

Versão 2.0 do WordPress

Versão 2.0 do WordPress

Versão 2.0 do WordPress

As mudanças da versão 2.0 para a 3.0

Entre as versões 2.0 e 3.0, passaram-se 5 anos e 9 atualizações que melhoraram (e muito!) o WordPress.

Por isso, resolvemos resumir essas modificações citando as principais:

  • Inclusão do sistema de tags;
  • Criação dos diretórios de plugins e de temas;
  • Suporte para widgets;
  • Adição de corretores ortográficos, salvamento automático e uma lixeira para os arquivos excluídos;
  • Inserção dos alertas de atualizações;
  • Inclusão de temas e plugins já na instalação;
  • Modificações no design da plataforma.
Versão 3.0 do WordPress

Versão 3.0 do WordPress

As vulnerabilidades do sistema

Nos anos de 2007 e 2008 o WordPress sofreu com duros ataques à sua segurança.

O destaque negativo foi para a versão 2.1.1, que ficou vulnerável à inserção de códigos maliciosos que prejudicaram grande parte de sua base de blogs.

O problema foi reconhecido pelo próprio WordPress, que lançou rapidamente a versão 2.1.2.

Em 2011, conforme noticiado pelo UOL, o sistema voltou a ter problemas relacionados à segurança. Nesse caso, viu-se uma ameaça nos códigos de três plugins populares do WordPress: AddThis, WPtouch e W3 Total Cache.

Quem tinha acesso ao fórum do WordPress e às comunidades que hospedam plugins e temas teve que mudar suas senhas.

Além disso, a atualização dessas extensões não foi indicada até que os problemas fossem resolvidos.

Desde então, o WordPress tem intensificado a correção de bugs e a proteção aos seus milhões de usuários pelo mundo e se tornaram raros os casos de falhas como essas.

As novidades que vieram até a versão 4.1

Entre 2011 e 2014, anos em que a plataforma saiu de sua versão 3.1 para a 4.1, o WordPress passou por uma fase de amadurecimento no sistema e crescimento no mercado.

Ele se tornou o principal CMS no mercado e, nesse período, agregou diversas novidades, como:

  • Inserção do administrador de mídia;
  • Inclusão do upload de áudio e vídeo;
  • Personalização de temas e cabeçalhos;
  • Possibilidade de atualizar o sistema automaticamente;
  • Adaptação do dashboard para outros tamanhos de tela (design responsivo);
  • Redesign da plataforma;
  • Edição de imagens;
  • Suporte ao HTML5.

A aquisição do WooCommerce em 2015

Outro marco na história do WordPress foi a compra do WooCommerce, que passou a se tornar um plugin da plataforma.

Essa aquisição marcou a entrada do WordPress no mercado de temas e desenvolvimento de e-commerces, passando a incomodar os grandes do setor, como Magento e Shopify.

O WordPress atualmente

Versão 4.7.2 do WordPress

Versão 4.7.2 do WordPress

A plataforma segue com suas atualizações e modificações que tornam a vida de seus usuários cada vez mais fácil.

A maioria das novidades está ligada a uma melhoria na rapidez, personalização, usabilidade e segurança da ferramenta.

Alguns exemplos de mudanças no sistema são as telas de pré-visualização quando se insere um novo tema, os rascunhos de textos e os cabeçalhos de vídeo.

Qual a diferença entre WordPress.org e WordPress.com?

Já falamos sobre funcionamento, vantagens e história. Agora está na hora de explicar as diferenças de cada uma das formas de uso do WordPress.

WordPress.org

Apenas recapitulando, o WordPress.org é o site comunitário em que você pode fazer o download do software e do seu código aberto para instalar em outros servidores.

Isso significa que você já precisa ter um domínio registrado e um servidor contratado para hospedar seu site em WordPress.

Como o uso do código é livre, você pode editá-lo e customizá-lo à sua maneira. Além disso, é possível utilizar todos os plugins, temas, idiomas e outros recursos sem qualquer tipo de limitação.

Essa questão da limitação talvez seja o grande diferencial entre os dois formatos de uso do WordPress.

Você entenderá isso melhor no próximo tópico.

WordPress.com

O WordPress.com é um serviço de hospedagem de sites com o software do WordPress.

Você pode se cadastrar gratuitamente e ter um site com o domínio “meusite.wordpress.com” ou pagar para ter um domínio personalizado e mais alguns recursos.

Nesse modelo, você não precisa ter hospedagem e nem domínio registrado para começar. No entanto, há uma série de limitações que limitam o uso, como:

  • Impossibilidade de usar temas personalizados (apenas os disponibilizados pelo WordPress);
  • Personalização mínima nas formas como os links são apresentados;
  • Impossibilidade de monetizar o blog ou site (ou somente se contratar os dois planos mais caros);
  • Exibição de anúncios do WordPress;
  • Marca e slogan do WordPress no rodapé do site;
  • Impossibilidade de editar o código fonte;
  • Limitação no espaço de armazenamento nos planos gratuitos e mais baratos.

Qual é o melhor modelo?

Isso depende do seu objetivo.

Projetos mais robustos, e-commerces e sites maiores necessitarão do WordPress.org.

Pela possibilidade de personalização e uso livre do código fonte, o .org desponta como uma alternativa interessante.

Ela requer que outros investimentos sejam feitos, como em hospedagem e registro de domínio.

Ainda assim, esse modelo vale muito a pena se você quiser extrair o máximo do software e ter o mínimo de limitações.

No entanto, se você pretende tocar um projeto mais pessoal e não muito voltado para a monetização, o WordPress.com pode ser a melhor escolha.

Essa versão é indicada para o público que quer um site ou blog básico, porém com alguns recursos.

Tudo dependerá dos objetivos e realidades de cada pessoa ou empresa que quer ter seu site hospedado ou gerenciado pelo WordPress.

Como começar?

Como existem duas versões do WordPress, há dois caminhos para começar o seu uso. Explicamos cada uma com detalhes em um post completo para começar no WordPress.

Como iniciar no WordPress.org?

Há duas maneiras de começar no WordPress.org: instalando automaticamente via servidor ou manualmente.

Antes de falarmos sobre elas, existem algumas configurações que o WordPress exige como requisitos mínimos:

  • Servidor baseado em UNIX/Linux (servidores Microsoft podem limitar o uso da plataforma);
  • PHP versão 5.2.4 ou superior;
  • MySQL versão 5.0 ou superior;
  • Memória para o PHP de pelo menos 64 MB (Somente para o software WordPress, sem plugins adicionais).

Dito isso, vamos aos modos de instalação.

A forma automática não tem muito o que explicar, pois cada serviço de hospedagem tem a sua.

De modo geral, basta preencher os dados solicitados pelos serviços de hospedagem. O resto é por conta deles.

Veja como as instalações ocorrem no Hostgator, Uol Host, Locaweb e KingHost.

Instalação manual

Como instalar WordPress.org

Para começar, acesse o site do WordPress.org e baixe o pacote de dados da plataforma. O arquivo tem quase 9MB.

Logo após, vá até seu servidor web (Hostgator, KingHost ou outros) e crie um banco de dados para o WordPress com um usuário com as liberdades de acesso e modificação.

Depois, basta copiar e renomear o arquivo wp-config-sample.php para wp-config.php.

Abra o arquivo wp-config.php em um editor de texto (Notepad ++ ou TextEdit) e preencha seus dados de banco de dados.

O texto aparecerá de forma parecida com da imagem a seguir:

Código para instalação do WordPress.org

Você deve trocar o ‘nomedoBD’ pelo nome do Banco de Dados, como ‘wordpress’. Assim, a linha ficaria:

define(‘DB_NAME’, ‘wordpress’)

O valor ‘usuarioMySQL’ pode ser modificado por ‘seunome_wordpress’.

Já ‘senha’ deve ser alterada para ‘minha_senha_super_secreta” (sempre usando o underline em vez de espaços).

Por último, o valor ‘localhost’ deve ser trocado pelo host do seu servidor MySQL. Esse é um dado que dificilmente é modificado.

Entretanto, para garantir que você não venha a preencher errado, pergunte ao suporte técnico do seu servidor o valor certo do ‘DB_HOST’.

Todo esse trabalho vai servir para gerar seu login e senha secreta de autenticação.

Pensou que acabou? Não! Tem os dois últimos passos ainda:

  1. Leve os arquivos do WordPress para o local desejado no seu servidor;
  2. Execute o WordPress por meio do seu script de instalação. Para isso, acesse http://seusite.com/wp-admin/install.php ou http://seusite.com/blog/wp-admin/install.php caso tenha instalado a plataforma somente em um blog à parte do site.

Para quem não está muito acostumado com essas ações, a instalação do WordPress pode parecer complicada. O caminho automático, dessa forma, pode ser uma opção mais viável.

Como ter seu site ou blog no WordPress.com?

O processo para iniciar no WordPress.com é bem mais simples.

WordPress.com

Primeiro, acesse o site do WordPress.com e clique em “Comece agora”.

Logo após, aparecerá uma tela com três opções de layout. Escolha uma e prossiga para a próxima etapa.

Opções de layout no WordPress.com

Depois, escolha um tema provisório para o seu site ou blog. Se preferir, você pode pular essa etapa. Prossiga para o próximo passo.

Opções de tema no WordPress.com

Agora, é hora de dar um nome para o seu site. Como exemplo, usamos o endereço “blogcomumnomelegal.wordpress.com” (versão gratuita). Se preferir um domínio sem o “wordpress.com”, deverá pagar por ele.

Domínio no WordPress.com

Vá para a etapa seguinte.

Escolha um dos 4 planos oferecidos pelo WordPress. Analise os recursos e vantagens de cada um. Aqui, seguiremos com o plano gratuito.

Planos do WordPress.com

Por último, basta preencher seu endereço de e-mail e sua senha para finalizar o cadastro e utilizar seu mais novo site ou blog em WordPress.

Dicas e Hacks para aproveitar melhor o WordPress

Para fechar esse post sobre o WordPress, nada melhor do que algumas dicas para extrair mais e melhores resultados dessa plataforma.

1. Certifique-se de que seu tema se adapta bem ao mobile

Atualmente, a imensa maioria dos templates disponíveis no WordPress são responsivos, ou seja, se ajustam aos diferentes tamanhos de tela.

Ainda assim, não são todos, entre eles, que oferecem uma boa experiência de navegação aos usuários.

Por isso, é importante testar a usabilidade desses temas em smartphones antes de confirmar sua utilização.

Verifique o tamanho das fontes, a disposição do menu, a forma como os widgets e plugins aparecem, entre outros detalhes importantes.

2. Mantenha as versões sempre atualizadas

As atualizações são importantes não só para trazer novas funcionalidades, mas também para corrigir bugs e reforçar a segurança do sistema.

Aliás, não é só o software do WordPress que deve ser atualizado. Seus plugins e temas também precisam ser utilizados em suas versões mais recentes.

Versões defasadas costumam ser alvos mais fáceis de hackers e possíveis ataques maliciosos. Portanto, qualquer brecha desse tipo precisa ser evitada.

3. Enriqueça o site ou blog com os plugins

Já explicamos que os plugins são extensões que acrescentam novas funcionalidades e melhoram a experiência de uso da plataforma.

Agora, vamos falar sobre algumas extensões que são muito utilizadas pelos desenvolvedores no WordPress:

Yoast SEO

Como o nome sugere, o Yoast foi feito para auxiliar os produtores de conteúdo a otimizarem suas páginas e textos para os motores de busca.

Ele permite editar títulos, meta descriptions e palavras-chave, gerar sitemaps e verificar o que os artigos precisam para se adequar aos buscadores (ex.: incluir as tags alt text nas imagens, escrever mais palavras, etc.).

Nós fizemos um post explicando como utilizar o Yoast da melhor forma, e você pode conferir aqui.

W3 Total Cache

Essa extensão serve para aumentar a velocidade de carregamento do site.

Para isso, ele compacta os arquivos CSS e Java, utiliza o cache dos navegadores, diminui o acesso ao banco de dados, entre outros aspectos mais técnicos. 

Google Analyticator

Não é difícil imaginar a função desse plugin, não é?

O papel dele é trazer as análises e métricas mais relevantes do Analytics para o seu dashboard. Assim, você poderá avaliar dados como número de visitas, tempo de permanência médio e bounce rate. 

Flare

O objetivo dessa extensão é tornar o site ou blog facilitar seu blog para social.

Para isso, ele permite a inserção de botões de compartilhamento para redes sociais no início, meio ou final de seus artigos.

Bônus: Além dessas opções, vale dar uma olhada no Akismet (prevenção de Spam), Contact Form 7 (gerenciamento de formulários de contato) e no MailChimp for WordPress (criação de listas de e-mail).

Verifique se os plugins são compatíveis com as novas atualizações

É certo que a maioria das extensões mais populares são testadas nas novas versões do software do WordPress, mas é sempre bom verificar se, de fato, não surgem problemas nos plugins ao serem usados em atualizações.

Afinal de contas, essas extensões possuem suas próprias atualizações. Caso elas não se alinhem às versões mais recentes da plataforma, seu site poderá funcionar de maneira errada.

Por isso, é sempre recomendado atualizar o sistema manualmente.

Conclusão

O WordPress começou como uma plataforma de criação e gerenciamento de blogs, mas, com o passar do tempo, ele se tornou um sistema de desenvolvimento para os mais diversos tipos de sites.

De projetos simples aos mais robustos, o WordPress se destacou pelo seu uso intuitivo para pessoas que não manjam de códigos, alta oferta de plugins e temas, personalização do código fonte e outros benefícios.

Hoje, não é à toa que seja a principal referência no mercado de CMS. As chances de você gerenciar o conteúdo de um site baseado em WordPress são enormes.

Por isso, mergulhe em suas funcionalidades e coloque nossas dicas em prática para tirar o melhor proveito dessa plataforma.

Depois de conhecer a história, o funcionamento e os principais segredos do WordPress, é hora de entender como um blog pode produzir seus primeiros resultados.

Por isso, não deixe de conferir nosso post: Descubra como aumentar o tráfego do seu blog em 7 passos!