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Nova configuração do Facebook vai te ajudar a saber para onde seus dados estão indo

Dando sequência às ações que buscam reverter o estrago causado pelo vazamento de informações de usuários, a rede busca maneiras de reforçar a segurança e facilitar o acesso às configurações.

A União Europeia, através do General Data Protection Regulation (GDPR), criou uma série de leis que visa regulamentar o uso, compartilhamento e venda de informações de usuários online.

Mas o que isso significa?

Significa que o Facebook foi obrigado a atualizar suas políticas a fim de se adequar às novas leis da União Europeia. Porém, a rede social, que já vem tentando se redimir, estabeleceu mudanças que vão valer para todos os países em que a plataforma opera. Antecipando, portanto, possíveis reivindicações de outras localidades.

O que vai mudar?

O site vai realizar uma consulta com os perfis para saber se eles dão permissão à plataforma sobre o uso de informações pessoais, como por exemplo: inclinações políticas, religiosas e status de relacionamento. Além de tornar mais fácil o processo de deletar esses dados caso o usuário não queiram mais compartilhá-los.

A rede também vai perguntar para todos que estejam na plataforma se concordam com a atualização da Política de Serviços, adicionando mais detalhes e especificações sobre como os serviços da rede funcionam.

É interessante ressaltar que o Facebook não está solicitando novos direitos de adquirir, usar ou compartilhar informações dos perfis, e o site continua se comprometendo a não vender suas informações para anunciantes ou parceiros.

Além dessas adições, a política referente a UE ainda acrescentará contatos de responsáveis pelo Facebook dentro do GDPR em caso de situações que poderão acontecer.

Facilidade de acesso

Um outro ponto importante de ressaltar é que a plataforma irá facilitar o acesso ao atalho de ‘Ferramentas’ e ‘Configurações’, que promete ser mais intuitivo na hora de consultar, deletar, baixar ou exportar dados disponíveis no site para consulta.

Por último, o Facebook frisou as medidas relativas às crianças e adolescente que utilizam a rede. O reconhecimento facial não é ativado para menores de 18 anos e as opções de publicidade oferecida para essa faixa etária é bem restrita.

Somado a isso, informações como localidade e data de aniversário de usuários jovens são de circulação controlada e os posts compartilhados por eles possui alcance restrito.

Correndo atrás do prejuízo

Dá para notar que o Facebook corre para tentar recuperar a confiança perdida em todo o escândalo com dados dos usuários, mas será que essas atitudes vão ser suficientes para manter a hegemonia da rede social? Ou esse foi apenas mais um golpe no processo de decaída da plataforma?

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