rock case

Rock Case: participe e concorra!

Decidimos testar o conhecimento dos nossos leitores e criamos um quiz com uma pergunta hipotética sobre SEO. O intuito da pergunta é estimular todos os conhecimentos que você adquiriu com a experiência e estudos em SEO. Por isso, queremos a resposta mais completa que você conseguir elaborar!

Depois de conferir todas as respostas, vamos analisar e escolher a melhor e mais correta e o ganhador vai levar um curso (da escolha do vencedor!) da Universidade Rock Content.

Legal, não é mesmo?

Então, mostre para nós se você consegue desvendar essa pergunta e divulgaremos o grande vencedor na quinta-feira, 02/08/2018.

Pergunta

Sua empresa tem uma página rankeando em primeiro lugar para uma palavra-chave head tail.

De repende, ela some da SERP.

Por exemplo, você estava rankeando para “marketing” e agora não está nem entre as 5 primeiras páginas do Google.

O que você faz para trazê-la de volta?

O grande ganhador

Durante dois dias do desafio, recebemos muitas respostas! Gostaria de parabenizar todo mundo que participou.

Fiquei muito feliz com o resultado e com o nível das respostas dos participantes.

Entretanto, tivemos uma resposta melhor que foi do participante Vinícius De Vita Cavalheiro!

ganhador

Parabéns Vinícius!

Confira a resposta do ganhador na íntegra:

Resposta

A primeira coisa a se fazer é verificar se de fato houve queda no ranqueamento. O Google muitas vezes faz experimentos, então é natural que a posição na SERP caia e depois retorne aonde estava. Se depois de dois ou três dias o antigo posicionamento não voltar, acendo a luz de alerta: é sinal de que eu provavelmente terei que fazer algumas mudanças.

Antes disso, porém, verifico o tamanho do estrago. Entro no Google Analytics e no Search Console para saber se a queda no ranking afetou o meu tráfego orgânico. Checo todas as métricas que acompanho no dia a dia: taxa de rejeição, tempo de permanência na página, pageviews por sessão etc. Considerando que estamos falando de uma palavra-chave head tail, provavelmente o volume de buscas, impressões e o CTR são bem altos quando conseguimos colocá-la na primeira posição. Assim, é natural que os números sintam o impacto negativo após a queda.

Outra coisa que costumo fazer é verificar se houve alguma mudança no algoritmo do Google. Para isso, recorro ao SEMRush Sensor. Se houve muita movimentação recentemente, pode ser que eu precise atualizar meu conteúdo para deixá-lo o mais adequado possível às melhores — e novas — práticas de SEO aos olhos do Google.

Também verifico se perdi backlinks. Na verdade, este trabalho é feito periodicamente, mas ele é ainda mais necessário quando há perda de posições. Vejo quais páginas que antes linkavam para mim e que agora retornam com erro, quais sites passaram a incluir a tag “nofollow” nos links que antes vinham para mim, quais sites simplesmente removeram o link ou (e se) algum deles foi desativado ou punido recentemente. Pode ser, também, que a qualidade do backlink não seja tão boa quanto era antes. Assim, verifico o DA e o PA (pela Mozbar que tenho instalada) e comparo com o dado que eu tinha no momento em que firmamos a parceria para ver se houve alguma alteração.

Digamos, então, que de fato houve perda de backlinks. O próximo movimento é literalmente correr atrás do prejuízo. Então, ao mesmo tempo em que tento recuperá-los com os parceiros antigos (tentando entender o que aconteceu), também vou em busca de novos. Pode ser que algum link tenha sido removido “acidentalmente”, mas também pode significar que está na hora de encontrar novos parceiros. Afinal, backlinks nunca é demais. Este é um trabalho que não deve ser feito somente quando há queda no ranqueamento, mas o revés na SERP pode ser uma ótima oportunidade para colocar o link building como uma prioridade ainda maior.

Também verifico os meus links internos. Dou uma olhada em quais links estão levando para a página que perdeu posições e quais poderiam linkar, mas que por alguma razão ainda estão soltos dentro do meu site.

Como se trata de uma head tail, é provável que eu já tenha produzido uma série de conteúdos sobre o mesmo tema, mas otimizados para diferentes long tails — volume de buscas menores, porém mais fáceis de ranquear. Se eu já fiz esse trabalho, é porque eu sei da importância de criar posts satélites para linkar a um post pilar. Porém, pode ser que eu tenha cometido algum deslize na hora de distribuir os links internos. Então, a primeira coisa que faço neste sentido é verificar se o primeiro link interno de cada post satélite está sobre a palavra-chave head tail que eu usei para otimizar o post pilar. O primeiro link interno é o mais importante, então, se a minha intenção é ranquear o conteúdo head tail, eu preciso mostrar isso ao Google.

Depois, verifico se distribuí corretamente as linkagens internas de acordo com a importância de cada conteúdo — e se eles estão de acordo com a estratégia previamente definida.

Também avalio o page speed do site. Ele está carregando rápido o suficiente? O AMP está funcionando como deveria? Utilizo o GT Metrix para verificar se o tempo de carregamento numa banda larga 3G/4G no Brasil está bom para que a lentidão não espante o usuário antes mesmo de ele ler a primeira linha.

Por fim, depois de fazer todas essas verificações, faço mais uma: a dos conteúdos que, após a mudança na SERP, estão ocupando o Top 10 do Google. Faço um checklist de tudo o que tem no meu conteúdo, separo e analiso cada um dos sites que estão aparecendo na primeira página. Em seguida, faço uma lista com tudo o que o usuário encontra nos conteúdos dos concorrentes, mas que não estão encontrando no meu. Essas serão as primeiras modificações on-page que farei para tentar recuperar o primeiro lugar.

A outra modificação é garantir que o primeiro parágrafo do conteúdo está mostrando logo de cara a resposta que o usuário busca. É importante mostrar a ele que tudo o que ele precisa está no meu conteúdo, que não há razão para ele sair da minha página e retornar à página de resultados, em busca de um conteúdo possivelmente melhor.

Também é importante deixar o texto 100% atualizado para prestar o melhor serviço possível ao leitor, ao mesmo tempo em que ele deve efetivamente atender à intenção do usuário ao realizar aquela busca. Me faço as seguintes perguntas: meu conteúdo possui informações úteis para o leitor? Ele presta o serviço que o leitor espera ao clicar? Ele possui linguagem atrativa, que engaja o leitor a continuar lendo o conteúdo até o final? Ele instiga o compartilhamento? É um conteúdo que as pessoas recomendarão para outras pessoas? Terei orgulho em dizer que produzi este conteúdo?

Por fim, me coloco mais uma vez no lugar do usuário e analiso se a minha experiência dentro do site (principalmente no mobile) é positiva e intuitiva. Anoto os pontos de melhoria e encaminho os detalhes para equipe de desenvolvimento colocar na fila.

É importante sempre ficar de olho na concorrência. Aqui, o SEMRush pode ajudar mais uma vez com sua função Position Tracking. Com ele, é possível verificar se os concorrentes mapeados estão trabalhando SEO e, assim, subindo no ranqueamento. A palavra-chave é muito concorrida, então é natural que os concorrentes estejam de olho no primeiro lugar. O segredo é entregar o melhor conteúdo possível e sempre deixá-lo atualizado e de acordo com as melhores práticas de SEO.

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