Tendências de redes sociais

As 7 tendências de redes sociais para 2018: transforme seguidores em admiradores

As redes sociais estão em constante revolução. Descubra agora 7 tendências para 2018 e como se preparar à elas (e ainda concorra à um curso da Universidade Rock Content)!

Não podemos mais negar que as redes sociais dominam o mercado e são uma das principais formas de conseguir receita. Elas estão em constante mutações e, por isso, quem trabalha na área precisa estar sempre preparado.

Revoluções midiáticas e tecnológicas acontecem a todo momento. Então, como posicionar uma marca nas redes sociais?

Novos desafios são apresentados a cada ano e a forma como cada marca lida com essas pequenas revoluções afetam diretamente seu sucesso. Para criar um bom planejamento e conseguir alcançar seus objetivos nas redes sociais, é necessário entender o cenário presente e futuro.

Descubra agora as principais tendências de redes sociais para 2018 e prepare sua estratégia para o próximo ano!

O que moldou 2017

O ano de 2017 foi extremamente importante para o marketing digital, especialmente quando falamos de mídias sociais.

Vimos o grande boom do conteúdo audiovisual, que dominou as postagens nos gigantes Facebook e Instagram, sem citar o crescimento do Youtube.

O alcance orgânico foi cada vez mais prejudicado com as atualizações dos algoritmos, despertando a necessidade de inovações e investimentos planejados em anúncios, na constante luta das marcas para chegar até seus seguidores.

Além disso, pudemos observar transformações e novidades que possibilitaram novos usos e, consequentemente, exigiram adaptações.

O próximo ano promete ser ainda mais desafiador para as empresas, que terão que estar afiadas para manter seus seguidores engajados e garantir as redes sociais como geradoras constantes de oportunidades de negócio.

Principais desafios para 2018

1. Declínio ainda maior do alcance orgânico

Se você está percebendo o seu alcance cada vez menor, prepare-se: essa é uma tendência para todas as redes sociais.

Existem dois principais motivos para isso acontecer.

Primeiro: as plataformas precisam monetizar e, para isso, criam maneiras para que você invista nelas. O alcance orgânico é reduzido, e os anúncios passam a ser a opção de conseguir mais engajamento. Separe um orçamento específico para anúncios pagos em 2018, pois essa tendência só irá crescer.

O outro motivo é que essas redes priorizam a experiência do usuário. Isso significa que muitas vezes sua postagem não chegará ao consumidor por não ser tão relevante para ele como a de um familiar, por exemplo.  Os algoritmos reconhecem isso e escolhem os conteúdos mais relevantes para seus usuários.

Descobrir maneiras de estar à frente desses códigos entregando conteúdo diferenciado e relevante continuará um dos maiores desafios das marcas.

2. Novas maneiras de fazer vídeos

Como você ainda vai ler aqui, conteúdo audiovisual promete ganhar mais força no próximo ano. Mesmo hoje já é quase impossível entrar no seu Facebook, por exemplo, e não encontrar diversos vídeos.

O desafio que surge está relacionado à saturação dessa estratégia.

Embora os vídeos continuem crescendo, será preciso entregar conteúdos e formatos diferenciados para chamar a atenção dos usuários em meio a tanta informação. Por isso, não deixe de fazer produções fora da curva.

3. Mudança nas formas de consumo

Não somente novas funcionalidades surgem. Plataformas e meios de consumir conteúdo tomam força cada dia mais.

Se antigamente muitas pessoas acessavam a internet por meio de computadores, hoje grande do tráfego online vem de dispositivos móveis. E não é só isso que mudou!

O relacionamento entre usuários e marcas tende cada vez mais para a horizontalidade, ou seja, um diálogo entre iguais. Por isso, encontrar formas de inserir os usuários na produção de conteúdo é um dos grandes desafios.

Para sair na frente, é preciso entender as demandas e modos de relacionamento de seu público e adaptar sua produção de conteúdo nesse sentido.

As 7 maiores tendências de redes sociais para 2018

1. Crescimento de comunidades

Em 2017 foi possível notar o crescimento e fortalecimento das comunidades nas redes sociais. Isso é uma tendência que ganha ainda mais força em 2018.

Os grupos em redes sociais como LinkedIn e Facebook são ferramentas cada vez mais utilizadas pelas empresas como forma de engajar seus seguidores e fortalecer a relação.

Quando bem gerenciados e relevantes para os usuários, esses grupos podem auxiliar no algoritmo dos perfis das empresas. Já podemos ver neles uma grande oportunidade de começar a driblar o declínio do alcance orgânico.

Mas não é apenas nos grupos que pode-se construir uma comunidade nas redes sociais. As marcas possuem grupos que estão sempre presentes em seus perfis — aquelas pessoas que sempre comentam, reagem e compartilham suas publicações.

Como as empresas podem fazer o gerenciamento de sua comunidade para obter melhores resultados continua sendo um desafio.

O que muitas marcas precisam prestar atenção é que existem diversas formas de se gerenciar seus seguidores e torná-los defensores da marca, o que irá contribuir para o crescimento da rede e do sucesso da marca.

2. Conteúdo gerado pelo usuário

Como já mencionamos, estamos em uma realidade com consumidores extremamente ativos e empoderados. Os seguidores das marcas não somente querem sentir-se representados pelo que veem na redes sociais: eles querem perceber-se como personagens daquela construção.

Uma forma de se adaptar à essa realidade é investir em conteúdos gerados pelo próprio usuário. Um ótimo exemplo é a Buffer, empresa de ferramentas de gestão de mídias sociais, que possui um perfil no Instagram 100% construído com postagens de usuários.

Buffer

Essa estratégia não é uma tendência por acaso. Ela pode trazer benefícios valiosos para qualquer marca.

Um exemplo é a otimização do gerenciamento das redes sociais. Se seu perfil no Instagram é totalmente feito pela sua comunidade de fãs, seus especialistas em social media não têm grandes esforços com produção de conteúdo e podem focar em resultados e outras estratégias.

Além disso, se um conteúdo focado no consumidor gera engajamento, imagine um produzido por eles! Explore esse potencial.

3. Oportunidades com conteúdo efêmero

Nos últimos anos vimos o crescimento de conteúdos efêmeros nas redes sociais. Mas o que é, exatamente, conteúdo efêmero?

São momentos passageiros! Um Stories, por exemplo, fica somente 24 horas no ar. Se o usuário perder aquele momento, provavelmente ele nunca conseguirá recuperá-lo.

Esse tipo de conteúdo traz grandes oportunidades para as empresas, pois criam um senso de urgência no usuário. A  estratégia é chamada de fear of missing out — que em tradução literal significa medo de perder —, que faz com que as pessoas não queiram perder aquele momento.

Tais características trazem uma oportunidade de engajar ainda mais os usuários, que só possuem aquele momento para vivenciar e compartilhar o conteúdo.

Autenticidade é outro valor que esses conteúdos podem transmitir. Por serem muitas vezes feitos de forma rápida, eles mostram a realidade da empresa e estreitam o laço entre marca e público.

Além disso, é uma possibilidade de incentivar o consumo mobile entre seus usuários, uma das maiores tendências para o futuro. Veremos isso melhor no próximo tópico.

4. Mobile toma conta

Que muitas pessoas possuem um smartphone você já sabe! Mas você tem uma noção do que isso significa?

Até o ano que vem mais de 2,4 bilhões de pessoas serão usuárias ativas de mobile. Isso representa um nicho representativo para o mercado e a tendência, como você pode ver, é que esse número cresça a cada ano.

Crescimento usuários mobile

Algumas empresas já investem em conseguir tráfego via mobile. No entanto, a demanda por esses conteúdos adaptáveis não condiz com o que é produzido atualmente, principalmente nas redes sociais.

Entender os hábitos do consumidor é essencial para o sucesso de sua estratégia, que vai sempre visar uma otimização na experiência de seu usuário com seu produto/serviço.

O próximo ano vem como um ultimato para as marcas que ainda não investem na adaptabilidade de seus conteúdos: começarem agora mesmo ou ficarão para trás.

5. Foco na geração Z

Os jovens da geração Z — nascidos entre 1993 e 2012 — tomam conta das redes sociais. Se antes isso não é uma preocupação para sua empresa, repense! Essas pessoas acumulam cada vez mais capital e tem grande participação no mercado de consumo.

E as redes sociais afetam diretamente os hábitos de consumo dessa geração: 80% de suas compras são influenciadas pelo que veem nessas plataformas.

Aliado a isso, grande parte das conexões dessas pessoas também estão presentes nas mídias sociais, o que facilita a difusão de informação sobre produtos e serviços das marcas.

Esses jovens oferecem grandes oportunidades, pois quando acreditam em uma empresa se tornam defensores da marca. Mas atenção! O contrário também é verdadeiro, e quando decepcionados por um produto, serviço ou atendimento podem ser o pesadelo de qualquer empreendimento.

Por isso, saber trabalhar com essa parcela da população cada vez maior e mais poderosa é um fator fundamental para o sucesso ou fracasso de uma marca.

6. A revolução dos chatbots

As empresas estão cada vez mais investindo em chatbots: 20% do conteúdo gerado no mercado empresarial será gerado por máquinas até o ano que vem.

Essas ferramentas estão cada vez mais inteligentes e prontas para atender os consumidores em qualquer situação. Elas oferecem a possibilidade de um atendimento rápido e humanizado, otimizando o trabalho de profissionais da área.

Com a automação no contato com os usuários, é mais fácil redirecionar e dar o devido tratamento a cada caso.

A recepção das pessoas com essas ferramentas pode surpreender! Uma pesquisa realizada pela Retale entre Millennials — pessoas nascidas entre 1980 e 1995 — mostrou quão interessados e abertos eles estariam para interações com chatbots. A grande maioria se mostra disposta a tentar essa nova estratégia.

REcepção a chatbots

Consumidores terão respostas mais rapidamente e as empresas poderão otimizar o tempo destinado ao atendimento.

7. Conteúdo audiovisual ainda mais poderoso

É praticamente impossível entrarmos em qualquer rede social e não encontrarmos dezenas de conteúdos em vídeo. Isso já é uma tendência há algum tempo, mas 2018 é realmente o ano que essa estratégia vai tomar conta das redes sociais.

Em apenas quatro anos, 80% de todo o tráfego da internet será gerado por vídeos, de acordo com pesquisas da Cisco. Se isso não é suficiente para você começar a investir nesse tipo de conteúdo, saiba que no Facebook, meio bilhão de pessoas consomem vídeos todo dia.

Todos nós assistimos vídeos o dia todo, e esse dados só comprovam isso. Como dissemos anteriormente essa grande exposição de conteúdo audiovisual pode gerar uma saturação nos usuários. No entanto, esse desafio pode virar uma grande oportunidade para profissionais de marketing.

Marcas que conseguirem pensar fora da caixa e fazer diferente de todas outras com certeza sairão na frente nessa disputa pela atenção do consumidor.

Se você chegou até aqui já sabe o que fazer para conseguir resultados ainda melhores no próximo ano! Entender o que é tendência é valioso para otimizar sua estratégia.

Trabalhar com redes sociais é sempre complexo, pelas inúmeras mudanças que acontecem e os riscos que precisamos tomar. Mas saber investir nelas pode ser o que vai garantir seus resultados.

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